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FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

RECURSO ORIGINAL DE 11 DE MAIO PROCESSO

por CORRUPTOS, em 24.05.18

----- Mensagem encaminhada de "Raul M.Q.C.S.silva" <raulcaldeira@hotmail.com> -----
Data: Wed, 11 May 2016 13:54:33 +0100
De: "Raul M.Q.C.S.silva" <raulcaldeira@hotmail.com>
Assunto: AGRADEÇO ENCARECIDAMENTE QUE ENVIE O RECURSO DESSE MODO!
Para: jbotelhop@gmail.com

 

Bom tarde !

Senhor Drº :

Em consciência lhe peço e agradeço (encarecidamente), que envie o recurso nestes moldes, eu não sei mentir, vai contra a minha consciência, de que faço uso desde muito jovem: http://fotos.sapo.pt/raul194/fotos/?uid=ShdgvpBuKZfBDNfim1eA

Por favor senão vou preso inocente.

Cumprimentos,

Raul Caldeira

Ps. 3 dias após a sentença, encontrei o Duarte flores a trabalhar junto à estrada Nacional 118, escute a gravidade das coisas que disse, o estado a que se chegou na justiça ( em anexo).1º. https://www.youtube.com/watch?v=jyJP41F2VWU continuação https://www.youtube.com/watch?v=3rHKrzjVvL0

Processo. 55/13.8 GDABT

Com o mais elevado respeito pelos senhores juízes do tribunal de recurso - submete-se o presente a superior analise e consideração, nos termos e pelos seguintes fundamentos:

Contestação, apresentada ao Drº Ricardo Esteves Pereira a 19 de Janeiro de 2016: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

1- O arguido ora requerente, procurava um comprador de cortiça e pinheiros, e como muita gente para nas bombas de gasolina, resolvi perguntar ao funcionário da (REPSOL), o Vitor, se conhecia alguém, e esse indicou que o seu enteado o (Duarte), andava a trabalhar, para um negociante de cortiça, pelo que em data que não recordo, mas no inicio de Fevereiro do ano de 2013 -. a um sábado da parte da manhã, desloquei-me a casa do sogro desse, a testemunha (João Farinha), onde o Duarte morava por essa altura com a (Rita) e o filho de tenra idade.

 

2- Ai chegado, falei com o Duarte: na presença do João e da Rita, acerca de quem me ali indicou e esclareci quanto às minhas pretensões: pelo que o Duarte de imediato se disponibilizou a ligar ao patrão, que logo se manifestou interessado, para o que propôs um encontro, para no sábado seguinte, na casa do João, pelas 10 horas, e la se viemos a encontrar -, pelo que na presença do Duarte do João e da Rita, foi o Manuel sobejamente esclarecido, acerca da proposta de negócio, para o que lhe foi exibido: o papel do contrato de promessa de compra e venda, e sobre os fins a que levou a interpor a providência cautelar, sendo essa a base do negócio proposto: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/625.html

 

3- O Manuel confirmou isso mesmo: quando diz que viu o contrato de promessa de compra e venda, e um pequeno papel cor de rosa - que de resto são os avisos de recepção juntos à respectiva providência ( pelo que não à outro a não ser os avisos, assinados pelos Feitinhas) - retirados do blog, tornado publico, ao conhecimento de todos - Cf: https://portugal100lei.blogs.sapo.pt/625.html

 

4- Para fazer face à inoperância da justiça perante o ocorrido: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/429.html - Condição que o Manuel de resto confirmou ao tribunal, ao declarar: que o senhor Caldeira, parece que era para comprar mas acho que não " chegaram " a comprar, deixando bem claro, que o arguido, foi honesto - o Manuel é que não, que para tanto se furtou ao contrato de promessa de compra e venda - como se retrata da contestação, enviada ao Drº. Ricardo Esteves Pereira, a 18 de janeiro de 2016 - Cf: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pois-na-verdade-a-acusacao-nao-passa-de-3585

 

5- O Duarte, declarou ao tribunal que o senhor Caldeira, é um bandido de quem não quer aproximações: que anda por maus caminhos, e que do arguido só quer largueza, largueza, afirmando: que não acompanhou o senhor Caldeira, que acompanhou foi o senhor Manuel (cumplice), o senhor Caldeira ia lá na carrinha (dando a total desprezo), estranhando como é que um bandido podia ter dinheiro para uma coisa daquelas - mas perguntado pela Juiz senão avisou o senhor Manuel, acerca da conduta do arguido: Respondeu que não tinha nada que avisar - porque na verdade, nada tem que aponte ao senhor Caldeira ( antes pelo contrário) - declarou e disse, como consta da gravações de viva voz.

 

6- Disse que tinha um café, enquanto a Rita, tinha trabalhado num café, que era o mesmo estabelecimento, onde o Duarte não era o dono, mas antes o testa de ferro do Vitor (o dono do café), quando esse se encontrava detido com pulseira electronica em São Miguel do Rio Torto - que de resto era o café onde convivíamos - tal como se retrata nas alegações finais do arguido - Cf. requerimento: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/alegacoes-finais-4960

 

7- E antes de fazer o papel de proprietário do café, fazia cercas por conta do Vítor, e acompanhava-o - para outros lugares, apar do que fez ou continua a fazer com o Basílio - por isso mesmo deveria estar de baixo de olho das autoridades: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pois-na-verdade-a-acusacao-nao-passa-de-3585 - Contudo, é merecedor de toda a credibilidade, por parte do tribunal.

 

8- A Rita declarou então ao longo de um minuto, sendo aparentemente questionada: disse que não sabia porque estava ali no tribunal, não sabia de nada a companheira do Duarte, que também começou esse por não saber de nada, mas que depois já tinha acompanhado o Manuel Basílio (não o senhor Caldeira), e o joão que também não sabia porque estava ali no tribunal - conhecendo o arguido só de vista, (muito mal, disse a empurrão do MP), mas acabou por confirmar: que o arguido foi lá uma vez a casa, mas o (MP) - impediu que esclarece-se, o que o senhor caldeira lá foi fazer, e a Juiz e a defensora do arguido também não o quiseram saber - ao invés da finalidade a que se destina a audiência de julgamento - em que ainda antes de ser julgado já me encontrava condenado - Pelo que o (MP) - até mandou aprofundar da forma como havia de cumprir a pena anunciada: Que sobre esse aspecto -, pedi então ao Drº. Ricardo Esteves Pereira, para que tomasse medidas sérias, de tal modo, que o Julgamento se pudesse vir a realizar em um outro tribunal - como se confirma da contestação:  http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

9- É através das testemunhas do que ouviram do que viram o que presenciaram, que o tribunal busca a verdade. Mas que ainda assim: o tribunal não procurou saber, mas o Duarte publicamente, no dia 14 de Abril ( 3 dias após a leitura da sentença, em que o arguido foi condenado, a 1 ano de prisão efetiva), por cerca das 10 horas, junto à Estrada Nacional nº. 118, para quem o quis ouvir, em tom de voz alto, bem audível por quem por ali passasse, declarou e disse: o que o João foi impedido de esclarecer ao tribunal (ainda que fosse mentira) - mas logo confirma a verdade, pelo que o declarado não pode passar impune:

 

10- Sobre a posição tomada pelo (MP), o Manuel esgotado num depoimento evasivo (mentiroso), cheio de contradições, imbuído num mar de trapalhadas, destronando completamente a acusação criada astuciosamente ( metendo os pés pela cabeça) - Quando a total desnorte, já exausto-desesperado disse ao tribunal: Eu fui aqui chamado !...) - pelo que a Juiz interviu de imediato, para que se cala-se (!...), expressando: Mas isso foi no inquérito (!...), indo assim ao encontro, das afirmações produzidas, pelo Duarte - como se afere, das gravações de viva voz:

 

11- Tudo isso é muito grave (uma vergonha para a justiça), para os magistrados e magistraturas, pelo que a Juiz impediu astuciosamente, que o Manuel declara-se em audiência de julgamento, que os serviços do (MP), o vieram a convocar, afim de se vir a pronunciar ao processo: Pelo que se parece em ter manifestado, no sentido de acabar com a anedota (desistir da queixa), que criou juntamente com o seu genro o António, em união de esforços com os Feitinhas - Mas o (MP) não aceitou - contra a vontade expressa do Manuel ( considerando o declarado publicamente pelo Duarte e a intervenção da Juiz quando o Manuel disse que foi la chamado, pelo que a Juiz, calou de imediato o Manuel, rematando mas isso foi no inquérito, o que comprova a verdade) pelo que resolveu seguir em frente, a mal e à força, de ma fé contra o arguido, num ajuste de contas sem precedentes - bem sabendo, que o mesmo, estava a ser vitima, de um processo forjado com a finalidade de posteriormente vir a servir-aproveitar aos Feitinhas de à muito anos acusados de burla pelo arguido: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/429.html - Integrado na contestação : http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

12- Retomando o rumo, de como as coisas do negócio, se vieram a desenvolver, o certo é que não houve obstáculos para o Manuel que se encontrava determinado a concretizar os seus anseios: lembrando ainda que durante a semana que se antecedeu ao encontro, em 8 dias o seu funcionário o Duarte, teve demasiado tempo para esclarecer acerca do que o senhor Caldeira lhe tinha transmitido, quanto à proposta do negócio, e de quem era a pessoa do arguido. Mas o Duarte confirmou ao tribunal que não avisou, que não tinha nada que avisar, porque não tinha razões para o fazer ( o mesmo Duarte que não sabia de nada, afinal sabia de tudo, tal como o arguido o sempre afirmou, desde logo na contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788 ) - foi cumplice na vigarice, junto com o seu patrão e o genro desse o António, que também afirmou ao tribunal, que conhecia o senhor Caldeira desde sempre, mas que apar do Duarte, também não avisou o seu sogro de nada - porque nada tinha para avisar - faz prova da trama, da vigarice.

 

13- Contudo, o Manuel, logo que lhe foi esclarecido acerca das condições do negócio: de imediato, se propôs a ir ao local, no próximo sábado, afim de apreciar acerca da oferta ( como é normal dos negócios, entre pessoas normais). Mas quando foi ao meio da semana, para ai quarta, quinta-feira, o Manuel ligou ao senhor Caldeira, a dizer que tinha surgido um imprevisto, a perguntar, se podia ficar para o sábado da próxima semana - e assim mesmo ficou combinado de novo.

 

14- Sendo que também ai pelo meio dessa semana, cerca das 10 h , quando me encontrava no café junto às bombas ( REPSOL), onde habitualmente vou ler o jornal - quando recebi um telefonema do Manuel, dizendo que tinha arranjado, disponibilidade, para poder vir avaliar acerca do negócio, a perguntar se dava para iremos à propriedade, ao que concordei, retorquindo então o Manuel, de que me vinha pegar, dentro de meia hora, e assim foi antecipada a ida à propriedade.

 

15- Pelo que la veio então a surgir, fazendo-se acompanhar pelo seu genro o António, e o Duarte, e lá fomos os (4), pelo que acabados de chegar à propriedade, antes ainda de ir à procura dos marcos, logo ali de imediato, o Manuel alertou, para a falta de cortiça de um sobreiro, tirada muito recentemente - pelo que me manifestei logo no sentido de vir apresentar queixa, para o que foi pedida a identidad 53/18.e ( Basílio, António e Duarte) - mas o Basílio desvalorizou logo ali o ocorrido, e para o que se comprometeu, que logo que surgi-se autorização dos serviços das florestas, começava a tirar a cortiça - para evitar que os Feitinhas, a voltassem a tirar como veio acontecer em 2004 - tal como se retrata da contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788 -

Quanto ao embuste dos marcos em que tentam fazer querer, que o arguido enganou o Manuel, convencendo-o de que a propriedade era sua - importa assim, ponderar, sobre os seguintes aspectos:

Em primeiro lugar é de pressupor que o arguido tenha visto os marcos, quando foi avaliar do negócio. Mas na verdade o arguido, comprou o que viu o resto era montado, pinheiros, sobreiros e mato (8,5 hectares), e não se foi verificar as extremas: De qualquer modo o arguido, no inicio de Outubro 1995 quando foi ao encontro do Feitinha para se marcar a escritura - por essa altura percorreu o terreno a verificar as extremas, através da planta topográfica, pelo que quando fomos ao terreno, como é normal, no meio do mato, tivemos de ir à procura, apesar do arguido ter a noção das extremas tornando-se mais facil de encontrar - pelo que fomos todos à procura enquanto o arguido ia dando as indicações, onde mais ou menos se podiam encontrar os marcos, como de resto o Duarte o confirmou, declarando que uns sabia os que estavam mais à vista, junto à estrada - outros nem por isso.

Pois na verdade, para se certificamos das extremas, num processo racional é logico, que sempre que pretendemos saber onde ficam, por muito bem que se conheça o terreno, temos sempre de ir procurar os marcos, ir ao seu encontro, ainda por cima no meio do mato, uma propriedade com 8.5 hectares, em terreno muito declinado, como podia assim o arguido ir direto aos marcos - e mesmo que fosse, um negociante de cortiça bem sucedido - Era o Manuel que ia comprar a cortiça só porque o senhor Caldeira sabia dizer onde estavam os marcos e convenceu-se que a cortiça era mesmo do senhor Caldeira - mais uma mentira do Manuel que se comprova no terreno - nem os Feitinhas nem ninguém vai direito aos marcos - como de resto, uma pericia ao local, o pode confirmar - esta parte.

 

16- Nada mesmo, serviu de obstáculo para que o Manuel deixasse de realizar o negócio - Sendo que ao fim de alguns dias - como não tinha apresentado queixa ( acreditando na boa fé do Manuel): Pelo que resolvi, deslocar-me à propriedade, para ver se as coisas tinham passado por ali mesmo, senão havia mais cortiça retirada de outras arvores, mas acabado de chegar, deparo com um individuo manobrando um trator (no dia 15 de Março) - e nessa altura vim então apresentar a queixa:http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/1258.html - integrado na contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

17- Dai que perante o esquecimento do senhor Manuel ou do genro desse, em colocar a data no recibo, e que de resto não pagaram em cheque para não deixar rasto quanto à altura em que o negócio se veio a concretizar - tudo isso teve segundas intenções. Mas torna-se facil encontrar a altura em que o negócio veio a ter lugar, ainda que sem a precisão da data exata em concreto - porque se os factos relacionados com o trator tiveram lugar a 15 de março, e se o negócio ficou encerrado ao fim de alguns dias após, se deslocamos à propriedade para avaliar da oferta - que de resto o Manuel e o António apesar de terem dito que o negócio se realizou nesse mesmo dia quando se procedeu à sua avaliação (tal como consta da acusação): mas que de resto acabaram ambos (sogro e genro), por confirmar ao tribunal que foi ao fim de (2) duas semanas, pelo que tendo-se em consideração: que o arguido se deslocou a casa do João à procura do Duarte, a um sábado, e que o encontro veio a ter lugar 8 dias depois ( quando foi proposto o negócio na casa do João), e pelo que ficou agendado para o sábado seguinte em se deslocamos à propriedade (para avaliar da oferta), mas que depois acabou por não vir acontecer, como acima também se esclareceu, ficando então agendado de novo para o próximo sábado da outra semana, mas que se veio a antecipar, pelas razões também esclarecidas - pelo que feitas as contas mediaram sensivelmente 18 dias - Tendo em consideração, que o negócio foi encerrado na casa do irmão do arguido, ao fim de (2) duas semanas - e o regresso do arguido à propriedade ao fim de alguns dias a 15 de Março - pelo que facilmente se conclui, que o negocio começou no inicio de Fevereiro - tal como se encontra esclarecido na contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pois-na-verdade-a-acusacao-nao-passa-de-3585 - Pelo que ficou concluído no final do mês, em data não concretamente apurada, como se confere da acusação https://fotos.web.sapo.io/i/o0013ca72/19392127_Qe2HH.jpeg - em data não concretamente apurada.

 

18- Regressados da propriedade, o Manuel deixou o senhor Caldeira, precisamente, no mesmo local onde me tinha apanhado, de frente ao café, junto à casa dos meus pais. E pelo que fiquei de pensar sobre os valores do negócio - ficando então o Manuel, de passar na casa do arguido (na Rua Quinta dos Bicos), la para o fim da tarde, para se debater sobre o assunto, do negócio - como é normal dos negócios.

 

19- E assim foi e assim aconteceu: pelo que à tardinha já noite (conforme o combinado), o Manuel ligou a dizer que já estava à minha porta a chegar, e la fui ao seu encontro, surgindo esse acompanhado do seu genro, mas já sem a presença do Duarte, e logo ali mesmo, na rua debatemos acerca dos valores do negócio - para o que pedi 3000 euros, por trezentas arrobas de cortiça ( conforme o calculado), e o Manuel ofereceu 2500 euros, o que gerou o normal debate em torno dos valores, formas de pagamento, a concluir com a feitura do contrato - que de resto o Manuel se furtou habilidosamente com segundas intenções - como se encontra esclarecido da contestação - muito antes do julgamento:  http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

20. -  O negócio ficou então acertado nessas circunstâncias, à porta da casa do  arguido, e finalmente concluído com a entrega de (1000) mil euros de sinal, e a assinatura do recibo, que de resto, essa parte, já veio acontecer na casa do irmão do arguido, uma vez que por essa altura geria o tempo repartido entre a minha residência e a do meu irmão,  pelo que disse ao Manuel para quando resolvesse voltar ( para encerrar o negócio), que me liga-se antes e para o que ficou então de trazer o recibo, para o que disse que trabalhava a coberto do genro, como se esclarece da contestação:  https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

21- Pelo que lá vieram então ao meu encontro (sogro e genro), na casa do meu irmão como o Manuel o confirmou ao tribunal dizendo que eu me repartia entre a minha residência e a do meu irmão, declarando que o negócio foi tratado na casa dele, perguntado onde fica a casa dele: respondeu é la no tramagal e a do irmão rematou astuciosamente, também é a mesma coisa tramagal, mas no que toca a casa do irmão o tribunal, perguntou a localização - mas quanto à casa do arguido, tentou-se desmarcar o local exato onde se discutiu e acertou as condições do negócio, pelo que é nítida, a intenção do tribunal e o atrapalhamento no declarado pelo Manuel ( que foi pior a emenda que o soneto) - tudo isso, para destronar os argumentos, a verdade de como as coisas se vieram, a desenvolver - como consta da contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

22- Mais declarou o Manuel, que o senhor Caldeira o procurou, porque sabia que era negociante de cortiça, quando lhe foi perguntado: onde é que o senhor Caldeira o encontrou, respondeu que foi na casa do irmão do arguido - tal como o combinado - como se indica da contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

23- Quando o senhor Caldeira procurou o negociante de cortiça, foi na casa do joão, onde o Duarte e a Rita habitavam por essa altura, como inicialmente se retratou, e melhor ainda se encontra esclarecido nas alegações finais, efetuadas a requerimento http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/alegacoes-finais-4960 Elaborado e assinado pelo arguido, mas que foi completamente, ignorado pelo tribunal, no mais profundo desprezo pela pessoa do arguido - com muita prepotência, num abuso de poder, sem precedentes, que decerto não vai deixar de merecer a melhor das atenções por parte das mais altas instâncias do Estado de Direito Democrático, então Presidido por Sua Excelência o mais alto magistrado da nação, tão ilustre Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

 

24- O arguido é vitima de dupla burla, condenado inocente, a 1 ano de prisão efetiva - para lhe extorquirem o seu patrimônio, a mal e à força com espirito pouco saudável de justiça : Que para tal não pudesse vir acontecer, o arguido veio apelar ao Drº. Ricardo Esteves Pereira, para que o julgamento, se pudesse vir a realizar em um outro tribunal, tal como se confirma da contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

25- Ainda assim, o Feitinha declarou ao tribunal que notificou o arguido para a escritura por duas vezes, afirmando que nunca compareceu, que nada mais disse - expressando: como se costuma dizer, nem dadas nem mandadas, pura mentira, em audiência de julgamento pelo que jurou pela sua honra em falar a verdade e só a verdade: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/resolucao-de-contrato-por-alteracao-das-2265 - Pelo que o tribunal sabia e muito bem que estavam a mentir - e condenou-me barbaramente.

 

26- Declarou que me conheceu à 30 anos - pelo que importa em esclarecer, em que circunstâncias esse me conheceu, e logo se chega à data, à quantos anos me conheceu: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/resolucao-de-contrato-por-alteracao-das-2265

 

27- Pois não é que o senhor Feitinha tinha precisamente o que eu procurava, ou seja, dispunha: de um terreno com viabilidade da Câmara Municipal de Ponte de Sôr, para se poder vir a construir, uma Discoteca, restaurante e piscina, foi como se tivesse acertado no euro milhões, e quando chegados ao terreno, e esse indica o local, no cabeço, uma vista maravilhosa, que se via a cidade por de cima, pelo que lá pintou a coisa à maneira dele, ao bom estilo de vendedor, mas que na verdade era um sonho mesmo, pelo que chegados ali foi mesmo o jakpot. - mas o pesadelo veio a seguir, quando afinal o jakpot tinha saído aos Feitinhas - que ficaram com o meu dinheiro, aproveitando o facto de me encontrar detido - mas a verdade não fazia parte do seu juramento de honra: https://portugal100lei.blogs.sapo.pt/resolucao-de-contrato-por-alteracao-das-2265 - O tribunal sabia disso mesmo - tal como se confirma da contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

28- Estava tão vislumbrado, que nem discuti o preço, e se pedissem mais dinheiro eu pagava - tudo correu bem, pensava eu, encantado de todo, pelo que tenho fortes indícios de prova palpável ( factos reais), em que a minha honestidade o meu à vontade a minha forma de estar na vida com total transparência, sem que nada tenha a esconder sobre o meu ser, pelo que falei abertamente, para o Feitinha sobre a vida que desenvolvia no bar às de copas, e da perseguição que a PJ movia contra mim, em função de informações deturpadas do Capitão Nunes, e do Sargento Garrinhas junto desse seu superior, aproveitando das circunstâncias - Pelo que após me ter deslocado junto do Feitinha, no inicio de Outubro, para que viesse a marcar a escritura, pelo que logo ao fim de três ou quatro dias fui preso a 11 de Outubro de 1995, foi o culminar da perseguição que me era movida: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/429.html

 

29- O que esta em causa é apenas e tão só o patrimônio do arguido, e não de quem é ou deixa de ser a propriedade, porque essa sempre foi dos Feitinhas - que nunca pretenderam em vir a fazer a escritura, que para tanto logo que o arguido foi detido - de imediato iniciaram uma exploração de inertes para o que se vieram a utilizar da retroescavadora e dos camiões da Câmara Municipal de Ponte de Sôr: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/429.html

 

30- Confirmou ainda o Manuel, que logo que o negócio lhe foi proposto, concordou e deu logo ali (1000 mil euros, tal como se confirma da acusaçãohttps://fotos.web.sapo.io/i/o0013ca72/19392127_Qe2HH.jpeg ). Como se o Basílio tivesse sido atraído a uma cilada - trazendo com ele o genro, com o recibo e 1000 euros - tudo logo ali sem que se tenha falado de nada, apareceram - Confiou no senhor Caldeira, que lhe foi apresentado pelo Duarte, na casa do joão - pelo que fomos à propriedade avaliar da oferta, e o negócio debatido e acertado de frente `a residência do arguido, e concluído na casa do irmão - e foi o que se provou - tal como se esclarece da contestação:  http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

31- Logo de imediato, apresentou outra versão: declarando que foi apreciar do negócio e nesse mesmo dia é que deu os (1000) mil euros, o que da a total descrédito o afirmado pela acusação - fundamentada nas declarações do queixoso e das testemunhas de acusação: https://fotos.web.sapo.io/i/o0013ca72/19392127_Qe2HH.jpeg

 

32- Mas lá avivou ainda melhor a memória, acabando por confirmar a verdade: Afirmando que a entrega dos (1000) mil euros foram duas semanas depois, de se teremos deslocado à propriedade ( avaliar da oferta): condição que foi corroborada pelas declarações do seu genro o António - como de resto se confirma da contestação - muito antes do julgamento: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

33- O Manuel e o António, apresentaram versões distintas, no que toca ao senhor José o amigo das escadas - e que de resto o tribunal não perguntou ao Feitinha, se conhecia o senhor José, que levou o Basílio e o Antonio ao seu encontro, e não perguntou: porque o Manuel confirmou que o senhor José era o senhor da Ponte de Sôr, que também estava ali hoje (no tribunal), o senhor José disse referindo-se ao Feitinha - tal como se afere das gravações de viva voz:

 

34- Em contrário, o tribunal decerto que teria diligenciado, no sentido de poder vir a garantir a presença do senhor José, afim de prestar o seu testemunho - para a busca da verdade, como é de apanágio de toda a justiça.

 

35- No dia 21 de Maio de 2013, o senhor Manuel e o António, na sua primeira versão, disseram ter encontrado um individuo num café, que depois já era o feitinha é que os tinha lá apanhado na propriedade. Pelo que em audiência de julgamento, deixou de ser o individuo que conheceram no café, para passar a ser o senhor José o amigo onde o Manuel tinha as escadas guardadas, mas que o António declarou estarem na casa de uma senhora, e que depois encontraram o senhor José das escadas, que o Basílio confirmou ao tribunal que o senhor José era o Feitinha: ou melhor os Feitinhas - pai e filho os sócios gerentes da Construtora Sourense - pelo que o senhor José - na primeira versão a 21 de Maio, figurou, como sendo, o individuo, que encontraram no café - tal como se descreve da contestação:http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pedido-de-substituicao-de-magistrado-1658 

 

36- O Feitinha, quando iniciou o seu depoimento, foi-lhe perguntpara que tenha em atenção os prazos de recurso, senão vou uma vez mais inocente para a cadeia, e roubado - destroem a vida das pessoas honestas - se for necessário alguns esclarecimentos por quais queres duvidas, que possa vir a suscitar - encontro-me completamente disponível, totalmente ao dispôr - se necessária a minha presença, diga de sua justiça.ado se conhecia aqueles senhores, que iam a sair, quando vinha a entrar para depor, sobre juramento de honra, de que caso falta-se à verdade incorria num crime punido com pena de prisão - pelo que os senhores que sairão, foram os homens que declarou que lhe apareceram desolados e que lhes disse: erraram, foram enganados por ele, vendeu uma cortiça que era minha ( o malandro): só há uma coisa a fazer, vamos ali a casa do meu filho, que lhe mostrou a caderneta - tal e qual como o Manuel e o António viram no computador, no blog, no dia que procederam à entrega dos 1000 mil euros e o senhor Caldeira assinou o recibo - que o senhor Manuel e o António sempre diziam o senhor Caldeira assinou - e sempre amnésicos de todo, para o que rematavam de boa memória, tenho ali um papel, como uma espécie de tabua de salvação - para o que assumiram sempre o papel de arguidos, que era nessa qualidade que se haviam de encontrar e não de queixosos.

 

37- De boa memória disse ainda o Manuel, que pensava que o arguido precisava de dinheiro (deu o sinal como o combinado de frente à residência do arguido) e deu logo ali de imediato 1000 euros, conte ai senhor Caldeira -, recibo para a frente, seguindo as instruções, souberam-nas fazer - foi de facto tudo muito rápido - vinham com muita pressa é só assinar o pape lito como entreguei o sinal - e la ia sempre o Manuel dizendo: com a sua pobreza de espirito, confio no senhor Caldeira - nem sequer pretendiam ver o blog tornado ao conhecimento publico, mas que ainda assim, lá deram uma vista de olhos à pressa (que de resto foi onde o António viu a planta do terreno, o que descredibiliza quando diz que viu a planta antes de ir ao terreno, e confirma que o Manuel e o António viram a caderneta predial em nome dos Feitinhas) e pelo que nessa altura pedi o contacto de correio electro nico ao Manuel que se mostrou alheio às novas tecnologias, pelo que acabou por ser o Antonio, que la forneceu o seu contacto - conforme o esclarecido, a requerimento, submetido aos autos, ao abrigo do disposto no nº. 1 do artº. 98 do CPP: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pois-na-verdade-a-acusacao-nao-passa-de-3585

 

38- O Feitinha disse que levou o Basílio e o António, a casa do filho, e que esse lhe mostrou a caderneta: o sogro e o genro, confirmaram que os levou ao escritório do advogado, que lhes disse que se fossem tirar a cortiça, a GNR ia la e apreendiam os carros e as maquinas - isso no dia 21 de Maio tal como se confirma da acusação https://fotos.web.sapo.io/i/o0013ca72/19392127_Qe2HH.jpeg - e se esclarece da contestação:  http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

39- Vamos ali a casa do meu filho, é totalmente diferente - de vamos ali ao escritório do meu advogado, quem mentiu? - Todos eles unidos no mesmo propósito, pelo que a estratégia de defesa com que se apresentaram ao tribunal - era não se lembrarem de nada, e nunca esquecendo que tinham um papel e que o senhor Caldeira assinou, o pior foi quando o Basílio identificou o Feitinha, como o amigo José das escadas - pelo que o tribunal deveria ter mandado aferir quanto ao estado de saudê mental desses pobrezinhos de espirito, tal como lhe foi indicado, a requerimento, a juntar aos autos: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/advogado-nao-e-obrigatoriedade-absoluta-5554

 

40- Também se torna muito estranho ou não, que o (MP), apar do Duarte, do João e da Rita, não tenha vindo arrolar o filho do senhor José o amigo que tinha as escadas - que até disse a propriedade é minha e do meu filho, que até esta ali (no tribunal), mas também traidoesse, não só não o foi arrolado pela acusação - como o tribunal, também não veio a diligenciar no sentido de assegurar o seu depoimento.

 

41- Ao tribunal mantiveram ambos, a versão do Feitinha, os ter levado ao escritório do advogado, mas passaram a parte da apreensão dos carros para a responsabilidade da GNR - indo o António mais longe que o Basílio, quando de repente habilidosamente se expressa até tenho aqui um papel - confirmando ao tribunal, ter sido o sargento Bento que o passou, quando dizem que se foram embora, e mais tarde voltaram ao posto da GNR, nas costas do arguido, depois de certamente terem recebido instruções - mas fosse la como fosse - voltaram nas costas do arguido a fazerem-se de vitimas - até porque o tribunal a ser verdade, deveria desde logo, chamar o sargento Bento, a depôr: assumir as suas responsabilidades, por passar uma declaração atestar que a propriedade não era do senhor Caldeira, mas sim dos Feitinhas - mas por ventura eu vendi a propriedade, ou foi a cortiça, para recuperar patrimônio?

E se ao Manuel e o António, passaram um papel - porque não passaram ao arguido, a dizer que não podia vender a cortiça, que para tanto insistiu, para que se fizesse cumprir a providência cautelar: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/1478.html

 

42- E o arguido é que que queria que a GNR lhe assina-se um papel, mas que não quiseram assinar e deu-se ali uma grande confusão - pelo que importa em esclarecer: que a confusão que se deu, foi quando o arguido, insistia com o Manuel para que honra-se o compromisso assumido, e esse recusava tirar a cortiça, a ponto de já estar a mexer com migo, a meter nojo - essa é que foi a verdade, conforme se esclarece, no email dirigido ao Drº. Leonardo Santana Maia - a 22 de julho de 2014 - http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/2517.html - integrado na contestação:   http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

43- Por isso mesmo o Basílio, não pediu o dinheiro ao senhor Caldeira, tal como o declarou ao tribunal, afirmando que não pediu, mas parecendo que se acendia lá sempre uma luz na sala de audiências, e logo mudou a versão e disse que sim, que pediu, mas o genro diz que não viu o sogro a pedir o dinheiro ao arguido, e não pediu mesmo, porque esta bem consciente do mal que causou ao arguido, que para tanto quis desistir da queixa - dai que vai ter que responder pelos seus atos moralmente censuráveis e criminalmente punidos por lei:

 

44- Fica pois bem claro, que o arguido não foi pedir papel nenhum - que de resto o Manuel confirmou ao tribunal que o arguido se apresentou, na GNR com uns papéis, que confirmou, em ser o contrato de promessa de compra e venda e a providência cautelar, tal como o negócio foi apresentado, ao Basílio na casa do João, na presença do João do Duarte e da Rita - sem que nesse dia viesse acompanhado pelo seu genro, o António.

 

45- Repare-se quando a Juiz fazendo que se engana e diz: duas declarações, e logo a seguir o António diz: eu é que fiquei com o original, e a Juiz pergunta: então esse não é o original? e de repente o Antonio muda a versão e o original de imediato passou a cópia. Depois fora de contexto diz o António: foi o sargento Bento que nos indicou que nos disse, para não tiramos a cortiça (antes disse que até lhe passou um papel), e logo a seguir a Juiz diz: esse é que é o original? posso ver ?, e logo volta à declaração que o Manuel diz que foi ele que fez, mas o António diz que foi ele - rematando dizendo, que o sogro estava junto - pelo que trabalharam os dois a vigarice, em união de esforços com os Feitinhas (etc...) - Foram bem instruídos - mas péssimas personagens na sua interpretação.

 

46- Perante essa panóplia, importa deixar bem claro: que quem não leu o pape lito, foi o senhor Caldeira - e pelas mesmas razões não fiquei com cópia - ficando apenas combinado o pagamento, no primeiro dia quando começassem a tirar a cortiça.

 

47- Outro engano astucioso da Juiz quando pergunta ao Basílio se leu ou só viu, acabando esse por dizer que só viu: não leu o contrato de promessa de compra e venda, e o pequeno papel cor de rosa, assinados pelos Feitinhas - junto à providência cautelar, retirado do blog, confiava no senhor Caldeira - demonstrando ser um negociante analfabeto, com arte para a vigarice: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/2517.html

 

48- Sobre a quantidade de cortiça envolvida no negócio, o Manuel a total descontrole: declarou serem para ai 600 ou 700 arrobas, mas com a ajuda do tribunal, la lhe passou mais a amnésia - e acabou concordando, sem qualquer caráter de certeza, em ser 300 arrobas, e nem se lembrava que o valor total do negócio foi 2700 euros, declarando repetidamente de que foram 2400, depois a pedido da advogada nomeada ao arguido, a Drª Lurdes Sarroeira (que apenas fez essa intervenção em sessão de julgamento), o tribunal la lhe mostrou o papel, A ARMA DO CRIME -, pelo que se desculpou desdobrando-se em justificações esfarrapadas, acabando pedindo imensas desculpas, que por isso o tribunal lhe veio a dar mais uma ajudinha atendendo ao estado de amnésia total em que se encontrava, pelo que houve ali um período de tempo, de silêncio absoluto, e o Manuel la surgiu a dizer, que estava a pagar a 10 euros por arroba aquela altura, e de repente já bem lucido, facilmente soube fazer as contas, 300 x 10 matematicamente 3000 euros - sugerindo o tribunal um eventual desconto de (1) um euro por arroba para acertar no valor total do negócio 2700 euros . que de igual modo aceitou - e para o que passou de imediato - a justificar que algumas arvores estavam secas e doentes, o que é logo de pressupor, que nem sequer, entrariam na avaliação final do negócio - pura mentira, completamente desventrada - logo de seguida pelo seu genro o António que foi questionado acerca do preço da cortiça à altura do negócio, ao que respondeu não saber - e sobre o valor do negócio, ainda que não se lembra-se lá muito bem - mas la referiu 2500 euros, ou 3000, que de resto foi a oferta do Manuel perante a proposta do arguido - que depois de debatido, ficou acertado em 2700 euros - tal e qual se expressa da contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

49- O negócio desenvolveu-se em função do cálculo de avaliação do negociante de cortiça, que para tanto, fomos à propriedade para avaliar da proposta, pelo que o arguido veio posteriormente a pesquisar na internet - chegando então a esses valores a 10 euros por arroba e foi assim, e não como o Manuel disse que pagava a 10 euros por arroba - Até porque sendo o Manuel experiente na vida do negócio por meio de artimanhas, em que tudo é capaz de fazer pela ganancia do dinheiro - que para tanto ofereceu 2500 euros, para poder comprar bem mais abaixo dos 10 euros, e foi nesses moldes, que se discutiu e acertou o negocio: tal como se confirma da contestação:http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

50- Por esquecimento do tribunal em perguntar, também o Manuel se esqueceu: de vir a esclarecer, se a cortiça retirada do sobreiro também entrou no desconto de (1) um euro, no mesmo pacote das árvores doentes, e secas: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/1258.html

 

51- E também se esqueceu de perguntar ao Feitinha quantas arrobas de cortiça tirou?

 

52- Disse ainda o Manuel que o arguido mandou umas mensagens, que tiveram lugar uma a 20 de Maio e outra a 26 , dizendo que o senhor CaldeiCom o mais elevado respeito pelos senhores juízes do tribunal de recurso.ra, queria mais dinheiro, pelo que disse que não, porque nem sequer podia tirar a cortiça, o que não é verdade, mas antes para vir acertar contas uma vez que ficou de tirar a cortiça, para que os Feitinhas não a tirassem como em 2004 - pelo que não vim apresentar queixa, logo na altura - mas quando encontrei o trator na propriedade, não hesitei apresentar a queixa:http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/1258.html - integrado na contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

53- A cortiça era para tirar a partir do dia 1 de Maio, o que não se verificou, pelo que liguei ao Manuel, várias vezes, para que viesse a cumprir com o seu compromisso, para que os feitinhas não a tirassem, como se havia comprometido, logo que viesse a ordem das florestas: mas as desculpas sucediam-se: ora era o genro que andava por turnos na boch, pelo que só na próxima semana podiam começar a tirar a cortiça, ora era a carrinha que avariou, tenha paciência senhor caldeira, ora era em junho, ora era a 15 de Maio - até que deixou de atender o telefone e lhe foram enviadas as duas mensagens ( a 20 e 26 de Maio), e la andava o senhor caldeira avisar a GNR - mantendo informada, para guardar a cortiça, pelo que se comprometeram a passar duas vezes por dia no local - porque diziam que não conseguiam, identificar os Feitinhas, para que viessem a cumprir com a providência cautelar - pelo que até me chegaram a notificar nesse sentido: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/

 

54- O estado a que isto chegou, quando um dos feitinhas, o filho: até mora a escassos 100 metros do posto da GNR - e outro na Rua Soeiro Pereira Gomes nº. 10 em que o arguido foi acompanhado pela GNR bater-lhes à porta:  http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

55- O Manuel e o António, afirmaram que tomaram conhecimento de que a cortiça não era do senhor Caldeira logo ali passado uma ou duas semanas após realizar o negócio - foi tudo ali muito rápido disse o António, mas logo a seguir o negócio foi em Março ou Abril -, pois na verdade teve inicio aos primeiros dias do mês tal como se retrata da contestação : http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788 - e finalmente concluído no final de Fevereiro, como se afirma da acusação https://fotos.web.sapo.io/i/o0013ca72/19392127_Qe2HH.jpeg .

 

56- Na acusação consta que souberam que a cortiça não era do arguido no dia 21 de Maio, após terem recebido o email no dia 20 de Maio https://fotos.web.sapo.io/i/o0013ca72/19392127_Qe2HH.jpeg Pelo que esse email de 20 de Maio não surge do acordão de sentença, apesar do Antônio se ter comprometido a entregar os dois emails, mas ainda assim, o arguido enviou esses mesmos emails ao tribunal a requerimento a juntar aos autos: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pois-na-verdade-a-acusacao-nao-passa-de-3585

 

57- Quando o tribunal perguntou ao Manuel, se alguma vez pediu o dinheiro ao arguido - respondeu logo ali de imediato, que não (!...), mas la se acendeu a luzinha, e logo passou a dizer que sim, que pediu sim, enquanto o Antonio confirmou que não ouviu pedir o dinheiro - pois na verdade não pediu nada, nem tinha que pedir - essa foi a confusão que o Manuel diz que se gerou na GNR - em que a vigarice descarada, já estava a mexer com o meu ser, a minha forma de estar na vida - , e disse que não queria o dinheiro dele para nada, que lo dava, essa é que é a verdade, como se retrata, do email dirigido ao Drº. Leonardo Santana Maia: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/2517.html

 

58- Quanto ao recibo o Manuel disse que foi ele quem o fez, no computador, mas o António disse que não, que foi ele é que fez - rematando dizendo: que o sogro estava junto presente - mas ambos duas cabeças a pensar esqueceram-se de colocar o valor total do negócio,2700 euros, o sinal 1000 euros, a quantidade de cortiça 300 arrobas e a data, o que revela os objetivos a que se propuseram, juntamente com o senhor José e o filho que estava lá no escritório e mostrou a caderneta (etc...).

 

59- O Basílio também não se lembrava, se o genro o António, estava presente quando entregou os 1000 euros ao senhor Caldeira e o recibo para o que se furtou desde logo ao contrato de promessa de compra e venda, o que deixa bem claro, que quando foram à propriedade para avaliar do negócio, o Basílio ja tinha contactado os Feitinhas, já estavam envolvidos - logo que o negócio foi esclarecido ao Basílio - tal como se denuncia na contestação:  http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

60- O Basílio confirmou por várias vezes ao longo do seu depoimento, ter visto o contrato de promessa de compra e venda, e um pequeno papel cor de rosa, pelo que uma vez mais se referiu ao contrato de promessa de compra e venda e ao papel cor de rosa - sobre o email de 20 de Maio - que de resto desencadeou os factos ocorridos, no dia 21 quando foram para ir buscar a escada para tirar a cortiça, pelo que os levei à GNR no dia 22 tal como se esclarece: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/429.html - integrado na contestação:  http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

61- O António confirmou ao tribunal, ter 2 emails que lhe foram enviados pelo senhor Caldeira - os quais se comprometeu, a entregar: mas habilidosamente o de 20 de maio não se verifica - para mais quando o arguido os submeteu à consideração do tribunal, anexar aos autos: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pois-na-verdade-a-acusacao-nao-passa-de-3585

 

62- Destronada a acusação pelos próprios, que de outra sorte não podia merecer: pelo que esse processo foi criado astuciosamente para servir de trampolim, aproveitar aos Feitinhas - como se indica da contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

 

63- A Juiz veio a proceder à alteração da acusação, o que confirma que este processo foi criado astuciosamente, para servir aos Feitinhas, que para tanto, logo que esclareci o negócio ao Basílio, esse foi ter com o Feitinha tal como se declara na contestação - e que se confirma com a alteração introduzida à acusação:

Deixando bem claro, de que para não ir contra as praticas repugnantes levadas a cabo, por parte de agentes e funcionários do Estado - que usurparam as suas funções, pelo que vieram sempre assumir uma conduta desviante, em meu prejuízo, que no fundo a todos nos afeta - pelo foram praticados sucessivos crimes de Denegação de Justiça e prevaricação - Cf. ppº. no artigo 369 do CP.): http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/resolucao-de-contrato-por-alteracao-das-2265

 

64- Pois na verdade a consciência toca-nos sempre quando fazemos algo de errado, pelo que o feitinha reconheceu das suas más praticadas, quando disse ao Basílio e ao António - Não podem tirar a cortiça, mas logo levantou a hipótese perante o Basílio e o António, que acabou por não esclarecer ao tribunal qual era a hipótese - porque a Juiz interviu logo ali de imediato, para que não se soubesse - controlando completamente os seus depoimentos, demonstrando receio de cada vez que as testemunhas abriam a boca - mas quanto mais tentava controlar - pior a emenda que o soneto.

 

65- A anedota foi criada astuciosamente, para servir de trampolim, aproveitar aos Feitinhas - afim de legalizarem a banhada, através da justiça - tal como se retrata da contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788 - em que de resto, o arguido pediu a sua absolvição - nas alegações finais a requerimento anexar aos autos: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/alegacoes-finais-4960

 

66- Não o foi de ânimo leve, que o arguido, veio a pedir a substituição da Juiz ( Hélia Agostinho), http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pedido-de-substituicao-de-magistrado-1658 

Para que a audiência de julgamento, pudesse vir a ser transmitida em direto, pela televisão - como para tal foi arrolada a técnica dos serviços de Reinserção Social e Prisionais (Irina Kental), e a Procuradora-Geral da Republica - como testemunhas abonatórias - que para tanto gravei o dialogo mantido com essa técnica atuar às ordens do (MP).

E de igual modo também não o foi de ânimo leve: Indicar como peritos a bastonária da ordem dos advogados Elina Fraga, a ministra da justiça Francisca Vandunem, e o presidente da Comissão de Direitos Liberdades e Garantias, junto da Assembleia da Republica: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pedido-de-substituicao-de-magistrado-1658 

Muitas perguntas ficaram por fazer, outras tantas respostas por dar - Ainda assim os factos ficaram por demais provados, pelo que acusação ficou destronada, por quem a criou, com o sentido de aproveitar futuramente aos Feitinhas, que tem na sua posse (4000) quatro milhões de escudos do arguido ( à 20 vinte anos) - pelo que perante a inoperância da justiça, veio o arguido, a interpor uma providência cautelar - para começar a recuperar o seu patrimônio - foi nessa base que o negócio foi realizado - pelo se tivesse sido proferido um despacho, e fosse desfavorável, certamente que o arguido, não tinha vindo agir como agiu, em defesa dos seus legítimos interesses.

O arguido nunca assumiu a propriedade como sua, tal como se retrata em todas as diligências, realizadas: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/resolucao-de-contrato-por-alteracao-das-2265

Pelo exposto, pede-se a anulação do julgamento, com o objectivo de o processo poder vir a ser julgado por um outro tribunal, conforme o argumentado na contestação: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788  - Como de resto se confirmou em tribunal, agora aqui recorrido.

Foram assim retirados todos os direitos de defesa ao arguido - pelo que em consciência nestes termos, submete-se o presente aos especiais cuidados do senhor Doutor, para que possa então vir a colher a considerar a subscrever, os meios de prova de sustentação ao recurso - que para tanto agradeço que me seja enviada uma cópia - por favor lhe peço encarecidamente já sofri demais.

P.D.

Raul Manuel Quina Caldeira Soares da Silva



 

 
 

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