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FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

----- Mensagem encaminhada de "Raul M.Q.C.S.silva" <raulcaldeira@hotmail.com> -----
   Data: Thu, 09 Jun 2016 15:10:47 +0100
     De: "Raul M.Q.C.S.silva" <raulcaldeira@hotmail.com>
Assunto: RECURSO URGENTE!
   Para: jbotelhop@gmail.com

Senhor Doutor:

Ao contrário dos seus procedimentos astuciosos em prejuízo de um cidadão honrado e integro, o presente vêm assim dirigido em consciência, apelando desde já: para que não se confunda a indignação do arguido, como falta de educação ou de respeito ( seja lá por quem o for) -, mas antes como um grito de revolta que me vai na alma, contra tanta injustiça, conforme se passa a fundamentar - focando o seu recurso, para o que foi escolhido como judas: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/recurso-dro-botelho-5932

Pois na verdade, entendo o recurso, como um estender da mão: A tabua de salvação, para a acusação criada astuciosamente e, consequente condenação arbitraria. - Lembrando que o arguido, foi condenado a 1 um ano de prisão efetiva - ainda que tenha pedido, a sua absolvição - nas alegações finais, efetuadas a requerimento  (em consciência) - nos termos, e pelos seguintes fundamentos: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/alegacoes-finais-4960

A acusação https://fotos.web.sapo.io/i/G4b13e771/19392127_WF1c5.jpeg - apresenta-se como uma espécie de cilada em que o Basílio, vinha prevenido com o recibo e (1000 euros) - declarando, que confiou no senhor Caldeira, que lhe pareceu que precisava de dinheiro, e deu logo ali a massa - Mas que acabou, por desmentir completamente os factos  - imbuído, num mar de trapalhadas, para que não se fica-se a perceber onde é que o negócio teve o seu incio, como as coisas se vieram a desenvolver  ( como é normal dos negócios entre pessoas normais) - Conforme o disposto: https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/recurso-11-de-maio-processo-5513-8-5669

A Juiz habilidosamente, procedeu, à alteração da acusação, para que essa não o saísse de todo derrotada, em que à semelhança da mesma, inventou sem qualquer nexo, a questão dos marcos. Pelo que passou, o Manuel, a empurrão da Juiz: a dizer que se convenceu que a coisa era do Senhor Caldeira, porque soube identificar todas as árvores, ia direito aos marcos, demonstrando, em conhecer bem o local - abandonando assim a tese inicial da acusação - que saiu completamente desventrada, pelos próprios, os mesmos que a criaram, astuciosamente - com segundas intenções (com o objectivo bem definido), de futuramente, vir aproveitar, aos Feitinhas - tal como se retrata da contestação: https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788
 
O conhecer todas as árvores, logo o é de pressupor: que o sejam, todas aquelas, que se encontram no interior das extremas - que para tanto se foi à procura dos marcos, mas que devido  à vegetação (ao mato), aos difíceis acessos e, à mudança constante de direção das extremas, na parte posterior da propriedade, por onde acedemos, quando se foi avaliar da oferta: Não permite, assim: que alguém de bom senso, o possa afirmar -, que o arguido fosse direito logo ali aos marcos, como de resto o Duarte, confirmou que uns sabia, outros nem por isso , pelo que ia indicando, onde mais ou menos se poderiam encontrar - Tal como se pode aferir das condições, através da planta topográfica - que o António confirmou que viu http://fotos.sapo.pt/raul194/fotos/?uid=GpvsPzPOi56r1mufGHrM - mas que o tribunal não lhe questionou em que circunstâncias viu, porque em simultâneo, confirma-se que viu a caderneta predial, em nome dos Feitinhas - pelo que astuciosamente, muitas perguntas ficaram por fazer e outras tantas respostas por dar.

Condições, que melhor se confirmam: com uma pericia ao local - para o apuramento da verdade material dos factos como é de apanagio de toda a justiça, para uma boa administração do direito - mas que o tribunal não o veio a fazer ( nem questionou o proprietário do terreno o Feitinha, sobre esse aspecto)- pelo que não esteve empenhado, em apurar a verdade ( que bem conhecia), para dar a mentira como provada - que de resto inicialmente o Basílio apresentou outra versão bem diferente, dando origem à acusação - pelo que contra factos não há argumentos, mas tão-só mente a força da tirania.

Pois na verdade, o que se verifica: é que após a contestação dirigida ao doutor Ricardo Esteves Pereira, veio o Manuel a ser convocado a pronunciar-se ao processo - pelo que parece, ter sido confrontado com os factos dispostos, da contestação, e tocando-lhe a consciência: parece em ter-se manifestado, no sentido de desistir da queixa, mas o MP, parece, que não o permitiu - Tendo-se em consideração o declarado pelo Duarte que na verdade se confirma, do declarado, pelo Basílio, quando disse: Eu fui aqui chamado (...) - retorquindo a Juiz, mas isso foi no inquérito (...), calando habilidosamente o Manuel ( de imediato), revelando assim, o seu contacto com as maroscas no processo, junto do (MP) - antes do julgamento - como se confirma das gravações de viva voz:

Desse modo, é pois bem notório, a tentativa de descredibilizar os factos da contestação em audiência de julgamento, o que demostra bem a cumplicidade entre o MP, as testemunhas e o tribunal (etc...) - Que segundo o declarado pelo Duarte (publicamente): https://www.youtube.com/watch?v=jyJP41F2VWU
Continuação: https://www.youtube.com/watch?v=3rHKrzjVvL0

O Basílio o Feitinha e o António, agiram como testemunhas, em defesa do MP. - afirmando ele mesmo o Duarte, que só não foi testemunha do MP, porque o arguido já o tinha metido, como sua - para contar o que viu, ouviu, presenciou ( a verdade) - e pelo que nesse mesmo sentido, foram ainda arrolados, o João Farinha e a Rita - e os próprios acusadores - tal como se confirma da contestação:  https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788 - E que por demais se esclarece das alegações finais do arguido: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/alegacoes-finais-4960 E mais bem esclarecido ainda - no recurso elaborado em consciência pelo próprio  https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/recurso-original-de-11-de-maio-processo-198462- Pelo que o Drº. Botelho, ficou de enviar o mesmo (nesses moldes), no dia 11 de Maio de 2016.

Afirma o senhor Doutor, que o arguido passou uma declaração: Tal não é a sua desatenção à defesa do arguido, que o Basílio e o António desmentem: afirmando ambos - que eles é que a fizeram - que para tanto o Manuel se furtou ao contrato de promessa de compra e venda - tal como se retrata da contestação, sustentada em factos ocorridos muito antes da acusação - como por demais se confirma do explanado:  https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788
Pois na verdade, a Juiz, a mal e à força, retirou, todos os direitos da defesa ao arguido, a ponto de dispensar a presença do mesmo - exigindo apenas e tão só, a presença do advogado: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/advogado-nao-e-obrigatoriedade-absoluta-5554

- Escudando-se então, essa, a Juiz: ao abrigo do disposto no nº 1 do artigo 64 - e para o que argumentou, no seu despacho, que nenhum advogado da Ordem dos advogados de Abrantes pretendia defender o arguido, pelo que veio a ser nomeado um advogado do entroncamento, no caso, o escolhido, Drº. Botelho, que o arguido refutou desde logo, alegando que o advogado era conveniência da Juiz (para se livrar das suas más praticas) - tal como se retrata, no requerimento, submetido aos autos, muito antes de ser proferida, a sentença: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pois-na-verdade-a-acusacao-nao-passa-de-3585

As alegações finais do senhor doutor - como se confirma das gravações de viva voz: teve como finalidade o recurso, que apresenta, habilidosamente, para defesa da Juiz - aproveitando às demais partes envolventes no processo, em detrimento do arguido - quando tinha o poder-dever, em defender-acautelar, os legítimos interesses do mesmo - que para tanto veio a ser nomeado.

Fala que a condenação é brutal, mas que vinha a cair no recurso ( e o doutor ficava bem visto), e o arguido aceitava tudo isso, para não lhe desfazerem uma vez mais a família ( enganaram-se )- Coação grave - um verdadeiro atentado aos (Direitos Liberdades e Garantias) - Contra o Estado de direito - sendo a justiça, o seu pilar fundamental - sem essa não há Estado de direito, mas antes libertinagem.

Pelo exposto, peço-lhe uma vez mais, que subscreva o meu recurso, ou então que tome medidas sérias no sentido de me vir a ser nomeado um outro defensor, pelo que perante a recusa em o arguido, poder assumir a própria defesa, e não pretendendo o doutor Botelho, defender os legítimos interesses de um cidadão honrado e integro. Nessas circunstâncias: pretendo em vir a ser defendido, pelo - Presidente, Regional da Ordem dos advogados de Lisboa, o Doutor António Jaime Martins:
https://www.facebook.com/cdloa/photos/a.245214118869823.61484.237637012960867/1092982834092943/?type=3&theater

Desse modo, pelo menos: que o seja permitido, ao arguido, escolher, por quem pretende ser defendido 
( ainda que através do apoio judiciário) . Ou que ao próprio lhe seja permitido assumir a sua defesa, sendo que no caso em apreço, assiste o direito de o poder fazer:  http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/advogado-nao-e-obrigatoriedade-absoluta-5554

- Se o senhor se recusa a defender-me, porque não pediu logo a escusa, quando foi nomeado?

Ou tenho de ir preso inocente, porque o senhor não me pretende defender, e não me deixam assumir a minha própria defesa?

Lembrando ainda, que fui condenado, num clima de ajuste de contas antigas, para me submeterem ao silêncio ( o contrario é que não se verifica), que sobre esse aspecto a contestação é clara, desde logo no seu inicio:  https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/3-contestacao-enviada-ao-doutor-16788

Pelo exposto, aguardo uma resposta urgente da sua parte, pelo que deve ter em consideração os prazos, até porque se torna muito estranho-duvidoso, vir agora a pedir-me para lhe fazer chegar um CD, porque a Juiz exigiu o recurso em formato Word ( imagine-se), juntando um despacho dessa mesma a Juiz, a declarar aceitar o recurso, nos moldes em que o senhor o fez - para defesa dela mesma, a Juiz (etc...) - Obrigando-me a ir comprar o cd, e deslocar-me ao seu escritório ao entroncamento, e posteriormente, vir a entregar em mão ao tribunal, pelo que o prazo acaba no dia 10 de Junho - só manobras, só truques - por quem se formou na UNIVERSIDADE.

Pois na verdade a Juiz aceite ou não o recurso: Esse sobe obrigatoriamente, contra a vontade dessa magistrada (ou seja lá quem for), até porque o (MP) e a advogada que antecedeu o Drº. Botelho, ainda que aparentemente: Entenderam ambas, ser in-prescindível a presença do arguido em julgamento, para a descoberta da verdade ( por demais escancarada) - dai que é de pressupor que o (MP), tenha recorrido, e senão o fez, confirma-se, que apenas se pronunciou, para demonstrar isenção, tal como a advogada Lurdes Sarroeira, que acabou por se retirar do processo, pedindo escusa: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/alegacoes-finais-4960

Pois como se encontra, por demais esclarecido e comprovado:  A Juiz teve contacto com o (MP), sobre as coisas do processo, pelo que vieram agir em conluio, mas as coisas descambaram - a geringonça, à vista do cego ao alcance do coxo - pelo que se exige a anulação do julgamento ( DE IMEDIATO), para que a causa possa então vir, a ser analisada, por um tribunal isento e rigoroso - em que às partes lhe seja assegurada, a igualdade de armas - entre acusação e defesa.
 
Como havia a Juiz de permitir a transmissão da audiência de julgamento, em direto pela televisão? 

Dessa feita: encontra-se, um cidadão inocente, tornado astuciosamente: REFÉMcom a sua liberdade ameaçada e o patrimônio em risco, às mãos de um advogado - que vem agindo como defensor da Juiz (etc...), como unica garantia de defesa que essa mesma magistrada apenas e tão só garantiu (mas para sua defesa) - não do arguido, que é responsável pelos seus atos e por isso mesmo sempre  pretendeu, assumir, a sua própria defesa:
http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/advogado-nao-e-obrigatoriedade-absoluta-5554

Até porque ainda nenhum advogado o pretendeu em vir a fazer (honestamente), conforme a lei e o brio profissional o exige. 

Pelo exposto, o presente, vai ser tornado ao escrutínio publico, e submetido, às entidades responsáveis, lembrando que nos termos do disposto, no artigo 22 da CRP o Estado é responsável pelas ações, dos seus agentes e funcionários, competindo-lhe em assegurar o bom funcionamento das suas instituições, em prol dos cidadãos, do povo: http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/ConstituicaoRepublicaPortuguesa.aspx

Fica pois bem claro, de que não o foi de ânimo leve, que o arguido, requereu a transmissão da audiência de julgamento em direto pela televisão, mas que sempre veio a ser recusada (quem não deve não teme, a transparência).

Honradamente, em consciência, o disse: https://fotos.web.sapo.io/i/ub7125b16/13695166_knTDV.jpeg 

PD.

Raul Manuel Quina Caldeira Soares da Silva


----- Fim de mensagem reenviada -----

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