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FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

RECURSO 11 DE MAIO PROCESSO 55/13.8 GDABT

por CORRUPTOS, em 26.10.18

  ----- Mensagem encaminhada de "Raul M.Q.C.S.silva" <raulcaldeira@hotmail.com> -----
   Data: Wed, 11 May 2016 13:54:33 +0100
     De: "Raul M.Q.C.S.silva" <raulcaldeira@hotmail.com>
Assunto: AGRADEÇO ENCARECIDAMENTE QUE ENVIE O RECURSO DESSE MODO!
   Para: jbotelhop@gmail.com

 

Boa tarde !

Senhor Drº :

 

Em consciência lhe peço e agradeço (encarecidamente), que envie o recurso nestes moldes, eu não sei mentir, vai contra a minha consciência, de que faço uso desde muito jovem:  http://fotos.sapo.pt/raul194/fotos/?uid=ShdgvpBuKZfBDNfim1eA

Por favor senão vou preso inocente.

Cumprimentos,

Raul Caldeira

Processo. 55/13.8 GDABT 
 
Com o mais elevado respeito pelos senhores juízes do tribunal de recurso - submete-se o presente a superior analise e consideração, nos termos e pelos seguintes fundamentos:
 
Contestação apresentada ao Dtº Ricardo Esteves Pereira a 19 de Janeiro de 2016: https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/contestacao-enviada-ao-doutor-ricardo-16788?
 
1- O arguido ora requerente procurava um comprador de cortiça e pinheiros, e como muita gente para nas bombas de gasolina resolvi perguntar ao funcionário da (REPSOL), o Vítor, se conhecia alguém, e esse indicou que o seu enteado o (Duarte), andava a trabalhar para um negociante de cortiça, pelo que em data que não recordo, mas no inicio de Fevereiro do ano de 2013 a um sábado da parte da manhã, desloquei-me a casa do sogro desse a testemunha (João Farinha), onde o Duarte morava por essa altura com a Rita e o filho de tenra idade.
 
 
2- Ai chegado falei com o Duarte na presença do João e da Rita, acerca de quem me ali indicou e esclareci quanto às minhas pretensões. Pelo que o Duarte de imediato se disponibilizou a ligar ao patrão, que logo se manifestou interessado e para o que propôs um encontro, para no sábado seguinte, na casa do João, pelas 10 horas, e lá se viemos a encontrar,  pelo que na presença do Duarte do João e da Rita, foi o Manuel sobejamente esclarecido, acerca da proposta de negócio, para o que lhe foi exibido o papel do contrato de promessa de compra e venda  e sobre os fins a que levou a interpor a providência cautelar, sendo essa a base do negócio proposto: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/625.html 
 
 
3- O Manuel confirmou isso mesmo quando diz que viu o contrato de promessa de compra e venda e um pequeno papel cor-de-rosa https://www.youtube.com/watch?v=pQyR68RR6aA - Que de resto são os avisos de recepção juntos à respectiva providência (pelo que não à outro a não ser os avisos, assinados pelos Feitinhas) - retirados do blogue, tornado publico, ao conhecimento de todos, Cf: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/625.h
 
 
4- Para fazer face à inoperância da justiça perante o ocorrido: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/429.html - Condição que o Manuel de resto confirmou ao tribunal, ao declarar: que o senhor Caldeira, parece que era para comprar mas acho que não " chegaram " https://www.youtube.com/watch? - Deixando bem claro, que o arguido, foi honesto: o Manuel é que não, que para tanto se furtou ao contrato de promessa de compra e venda - como se retrata da contestação, enviada ao Dtº. Ricardo Esteves Pereira, a 18 de Janeiro 2016, Cf: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pois-na-verdade-a-acusacao-nao-passa-de-3585
 
 
5- O Duarte declarou ao tribunal que o senhor Caldeira é um bandido, de quem não quer aproximações: que anda por maus caminhos, e que do arguido só quer largueza, largueza, afirmando que não acompanhou o senhor Caldeira, que acompanhou foi o senhor Manuel (cúmplice) o senhor Caldeira ia lá na carrinha (dando a total desprezo), estranhando como é que um bandido podia ter dinheiro para uma coisa daquelas. Mas perguntado pela Juiz senão avisou o senhor Manuel, acerca da conduta do arguido: Respondeu que não tinha nada que avisar, porque na verdade, nada tem que aponte ao senhor Caldeira (antes pelo contrário) - declarou e disse: https://www.youtube.com/watch?
 
 
6- Disse que tinha um café, enquanto a Rita, tinha trabalhado num café, que era o mesmo estabelecimento, onde o Duarte não era o dono, mas antes a testa de ferro do Vítor (o dono do café) quando esse se encontrava detido com pulseira electrónica em São Miguel do Rio Torto e que de resto era o café onde convivíamos - tal como se retrata nas alegações finais do arguido: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/alegacoes-finais-4960
 
 
7- E antes de fazer o papel de proprietário do café, fazia cercas por conta do Vítor, e acompanhava-o para outros lugares, apare do que fez ou continua a fazer com o Basílio e por isso mesmo deveria estar de baixo de olho das autoridades: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pois-na-verdade-a-acusacao-nao-passa-de-3585  - Contudo foi merecedor de toda a credibilidade, por parte do tribunal.
 
 
8- A Rita declarou então ao longo de um minuto, sendo aparentemente questionada: disse que não sabia porque estava ali no tribunal: https://www.youtube.com/watch? - Não sabia de nada a companheira do Duarte que também começou esse por não saber de nada, mas que depois já tinha acompanhado o Manuel Basílio (não o senhor Caldeira), e o João que também não sabia porque estava ali no tribunal conhecendo o arguido só de vista muito mal, disse a empurrão do MPhttps://www.youtube.com/watch? Mas acabou por confirmar: que o arguido foi lá uma vez a casa, mas o (MP) impediu que esclarece-se o que o senhor Caldeira lá foi fazer, e a Juiz e a defensora do arguido também não quiseram saber, ao invés da finalidade a que se destina a audiência de julgamento, em que ainda antes de ser julgado já me encontrava condenado. Pelo que o (MP) até mandou aprofundar da forma como havia de cumprir a pena anunciada: Que sobre esse aspecto pedi ao Dtº. Ricardo Esteves Pereira, para que tomasse medidas sérias, de tal modo, que o Julgamento se pudesse vir a realizar em um outro tribunal - como se confirma:https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/contestacao-enviada-ao-doutor-ricardo-16788?
 
 
9- É através das testemunhas do que ouviram do que viram o que presenciaram, que o tribunal busca a verdade. Mas que ainda assim o tribunal não procurou saber, mas o Duarte publicamente, no dia 14 de Abril
(3) três dias após a leitura da sentença, em que o arguido foi condenado, a (1) um ano de prisão efetiva, por cerca das 10 horas, junto à Estrada Nacional nº. 118, para quem o quis ouvir, em tom de voz alto, bem audível por quem por ali passasse, declarou e disse o que o João foi impedido de esclarecer ao tribunal (ainda que fosse mentira) - mas logo confirma a verdade, pelo que o declarado não pode passar impune: https://www.youtube.com/watch? https://www.youtube.com/watch?
 
 
10- Sobre a posição tomada pelo (MP) o Manuel esgotado num depoimento evasivo (mentiroso) cheio de contradições, imbuído num mar de trapalhadas, destronando completamente a acusação criada astuciosamente (metendo os pés pela cabeça), quando a total desnorte, já exausto-desesperado disse ao tribunal: Eu fui aqui chamado... !  Pelo que a Juiz interviu de imediato, para que se cala-se, expressando: Mas isso foi no inquérito ... pelo que se comfirmam as afirmações produzidas, pelo Duarte como se confere das gravações tomadas de viva voz: https://www.youtube.com/watch?
 
 
11- A Juiz impediu que o Manuel declara-se em audiência de julgamento, que os serviços do (MP) na sequência da contestação apresentada pela defeja o chamou a pronunciar-se ao processo pelo que o queixoso parece que quis desistir da queixa perante os factos mas o (MP) não lhe permitiu seguindo assim em frente com a anedota, considerando o declarado publicamente pelo Duarte e a intervenção da Juiz quando o Manuel disse que foi lá chamado, pelo que a Juiz, calou de imediato o Manuel, rematando mas isso foi no inquérito, o que comprova a verdade. Pelo que resolveu seguir em frente, a mal e à força, de ma fé contra o arguido, num ajuste de contas sem precedentes, bem sabendo, que o mesmo, estava a ser vitima de um processo forjado com a finalidade de posteriormente vir a servir aproveitar aos Feitinhas de à muito anos acusados de burla pelo arguido: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/429.html - Integrado na contestação.
 
 
12- Retomando o rumo, de como as coisas do negócio, se vieram a desenvolver, o certo é que não houve obstáculos para o Manuel que se encontrava determinado a concretizar os seus anseios: lembrando ainda que durante a semana que se antecedeu ao encontro, em 8 dias o seu funcionário o Duarte, teve demasiado tempo para esclarecer acerca do que o senhor Caldeira lhe tinha transmitido, quanto à proposta do negócio, e de quem era a pessoa do arguido. Mas o Duarte confirmou ao tribunal que não avisou, que não tinha nada que avisar, porque não tinha razões para o fazer (o mesmo Duarte que não sabia de nada, afinal sabia de tudo, tal como o arguido o sempre afirmou, desde logo na contestação):https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/contestacao-enviada-ao-doutor-ricardo-16788?).  Foi cúmplice na vigarice, junto com o seu patrão e o genro desse o António, que também afirmou ao tribunal, que conhecia o senhor Caldeira desde sempre, mas que apare do Duarte, também não avisou o seu sogro de nada - porque nada tinha para avisar - faz prova da trama, da vigarice.
 
 
13- Contudo, o Manuel, logo que lhe foi esclarecido acerca das condições do negócio: de imediato, se propôs a ir ao local, no próximo sábado, a fim de apreciar acerca da oferta (como é normal dos negócios, entre pessoas normais). Mas quando foi ao meio da semana, para ai quarta, quinta-feira, o Manuel ligou a dizer que tinha surgido um imprevisto, a perguntar, se podia ficar para o sábado da próxima semana e assim mesmo ficou combinado de novo.
 
 
14- Sendo que também ai pelo meio dessa semana cerca das 10 h , quando me encontrava no café junto às bombas ( REPSOL) onde habitualmente vou ler o jornal, quando recebi um telefonema do Manuel dizendo que tinha arranjado, disponibilidade, para puder vir avaliar acerca do negócio, a perguntar se dava para iremos à propriedade, ao que concordei, retorquindo então o Manuel, de que me vinha pegar, dentro de meia hora e assim foi antecipada a ida à propriedade.
 
 
15 - Pelo que lá veio então a surgir fazendo-se acompanhar pelo seu genro o António e o Duarte, e lá fomos os (4), pelo que acabados de chegar à propriedade, antes ainda de ir à procura dos marcos, logo ali de imediato, o Manuel alertou, para a falta de cortiça de um sobreiro, tirada muito recentemente - pelo que me manifestei logo no sentido de vir apresentar queixa, para o que foi pedida a identidade (Basílio, António e Duarte) - mas o Basílio desvalorizou logo ali o ocorrido e para o que se comprometeu que logo que surgi-se autorização dos serviços das florestas, começava a tirar a cortiça, para evitar que os Feitinhas, a voltassem a tirar como veio acontecer em 2004:https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/contestacao-enviada-ao-doutor-ricardo-16788
 
 
16 - Quanto ao embuste dos marcos em que tentam fazer querer, que o arguido enganou o Manuel, convencendo-o de que a propriedade era sua - importa assim, ponderar, sobre os seguintes aspectos:
 Em primeiro lugar é de pressupor que o arguido tenha visto os marcos, quando foi avaliar do negócio. Mas na verdade o arguido, comprou o que viu o resto era montado, pinheiros, sobreiros e mato (8,5 hectares), e não se foi verificar as extremas: De qualquer modo o arguido, no inicio de Outubro 1995 quando foi ao encontro do Feitinha para se marcar a escritura, por essa altura percorreu o terreno a verificar as extremas, através da planta topográfica, pelo que quando fomos ao terreno, como é normal, no meio do mato, tivemos de ir à procura, apesar de o arguido ter a noção das extremas tornando-se mais fácil de encontrar - pelo que fomos todos à procura enquanto o arguido ia dando as indicações, onde mais ou menos se podiam encontrar os marcos, como de resto o Duarte o confirmou, declarando que uns sabia os que estavam mais à vista, junto à estrada e outros nem por isso.
Pois na verdade, para se certificamos das extremas, num processo racional é lógico, que sempre que pretendemos saber onde ficam, por muito bem que se conheça o terreno, temos sempre de ir procurar os marcos, ir ao seu encontro, ainda por cima no meio do mato, uma propriedade com 8.5 hectares, em terreno muito declinado, como podia assim o arguido ir direto aos marcos - e mesmo que fosse: Era o Manuel que ia comprar a cortiça só porque o senhor Caldeira sabia dizer onde estavam os marcos e convenceu-se que a cortiça era mesmo do senhor Caldeira - Mais uma mentira do Manuel que se comprova no terreno - nem os Feitinhas nem ninguém vai direito aos marcos, como de resto, uma perícia ao local o pode confirmar a esta parte.
 
 
17- Nada mesmo serviu de obstáculo para que o Manuel deixasse de realizar o negócio. Sendo que ao fim de alguns dias como não tinha apresentado queixa (acreditando na boa fé do Manuel). Resolvi deslocar-me à propriedade, para ver se as coisas tinham passado por ali mesmo, senão havia mais cortiça retirada de outras árvores, mas acabado de chegar deparo com um indivíduo manobrando um trator (no dia 15 de Março) - e nessa altura vim então apresentar a queixa: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/1258.html  - Integrado na contestação.

18 - Dai que perante o esquecimento do senhor Manuel ou do genro desse, em colocar a data no recibo e que de resto não pagaram em cheque para não deixar rasto quanto à altura em que o negócio se veio a concretizar, tudo isso teve segundas intenções. Mas torna-se fácil encontrar a altura em que o negócio veio a ter lugar, ainda que sem a precisão da data exata em concreto, porque se os factos relacionados com o trator tiveram lugar a 15 de Março e se o negócio ficou encerrado ao fim de alguns dias após se deslocamos à propriedade para avaliar da oferta: que de resto o Manuel e o António apesar de terem dito que o negócio se realizou nesse mesmo dia quando se procedeu à sua avaliação (como consta da acusação): mas que de resto acabaram ambos (sogro e genro) por confirmar ao tribunal que foi ao fim de (2) duas semanas, pelo que tendo-se em consideração  que o arguido se deslocou a casa do João à procura do Duarte a um sábado e que o encontro veio a ter lugar 8 dias depois (quando foi proposto o negócio na casa do João), e pelo que ficou agendado para o sábado seguinte em se deslocamos à propriedade (para avaliar da oferta), mas que depois acabou por não vir acontecer, como acima também se esclareceu, ficando então agendado de novo para o próximo sábado da outra semana, mas que se veio a antecipar, pelas razões também esclarecidas -  feitas as contas mediaram sensivelmente 18 dias. Tendo em consideração que o negócio foi encerrado na casa do irmão do arguido ao fim de (2) duas semanas  e o regresso do arguido à propriedade ao fim de alguns dias a 15 de Março, facilmente se conclui, que o negócio começou no inicio de Fevereiro como se encontra esclarecido na contestação.
Pelo que ficou concluído no final do mês, em data não concretamente apurada, como se confere da acusação https://fotos.web.sapo.io/i/o0013ca72/19392127_Qe2HH.jpeg - 
 
 
19 - Regressados da propriedade o Manuel deixou o senhor Caldeira, precisamente no mesmo local onde me tinha apanhado, de frente ao café, junto à casa dos meus pais. E pelo que fiquei de pensar sobre os valores do negócio, ficando então o Manuel de passar na casa do arguido (na Rua Quinta dos Bicos) lá para o fim da tarde, para se debater sobre o assunto, do negócio, como é normal dos negócios.
 
 
20 - E assim foi e assim aconteceu. Pelo que à tardinha já noite (conforme o combinado) o Manuel ligou a dizer que já estava à minha porta a chegar, e lá fui ao seu encontro, surgindo esse acompanhado do seu genro, mas já sem a presença do Duarte, e logo ali mesmo, na rua debatemos acerca dos valores do negócio para o que pedi 3000 euros por trezentas arrobas de cortiça (conforme o calculado), e o Manuel ofereceu 2500 euros, o que gerou o normal debate em torno dos valores, formas de pagamento, a concluir com a feitura do contrato, que de resto o Manuel se furtou habilidosamente com segundas intenções - Como se encontra esclarecido da contestação: https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/contestacao-enviada-ao-doutor-ricardo-16788?
 
21. - O negócio ficou então acertado nessas circunstâncias à porta da casa do arguido e finalmente concluído com a entrega de (1000) mil euros de sinal, que de resto essa parte, já veio acontecer na casa do irmão do arguido, uma vez que por essa altura geria o tempo repartido entre a minha residência e a do meu irmão, e disse ao Manuel para quando resolvesse voltar (para encerrar o negócio) que me liga-se antes e para o que ficou então de trazer o recibo, para o que disse que trabalhava a coberto do genro, como se esclarece da contestação.
 
 
22- Pelo que lá vieram então ao meu encontro (sogro e genro) na casa do meu irmão como o Manuel o confirmou ao tribunal dizendo que eu me repartia entre a minha residência e a do meu irmão, declarando que o negócio foi tratado na casa dele, perguntado onde fica a casa dele: respondeu é lá no Tramagal e a do irmão - rematou astuciosamente, também é a mesma coisa Tramagal, mas no que toca a casa do irmão o tribunal, perguntou a localização, mas quanto à casa do arguido, tentou-se desmarcar o local exato onde se discutiu e acertou as condições do negócio, pelo que é nítida, a intenção do tribunal e o atrapalhamento no declarado pelo Manuel ( que foi pior a emenda que o soneto) tudo isso, para destronar os argumentos, a verdade de como as coisas se vieram, a desenvolver, como consta da contestação.
 
 
23- Mais declarou o Manuel que o senhor Caldeira o procurou porque sabia que era negociante de cortiça, quando lhe foi perguntado onde é que o senhor Caldeira o encontrou, respondeu que foi na casa do irmão do arguido - tal como o combinado, como se indica da contestação.
 
 
24 - Quando o senhor Caldeira procurou o negociante de cortiça, foi na casa do João, onde o Duarte e a Rita habitavam por essa altura, como inicialmente se retratou e melhor se encontra esclarecido nas alegações finais, efectuadas a requerimento:  http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/alegacoes-finais-4960 
-  Elaborado e assinado pelo arguido, mas que foi completamente ignorado pelo tribunal, no mais profundo desprezo pela pessoa do arguido, com muita prepotência, num abuso de puder sem precedentes, que decerto não vai deixar de merecer a melhor das atenções por parte das mais altas instâncias do Estado de Direito Democrático, então Presidido por Sua Excelência o mais alto magistrado da nação, tão ilustre Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. 
 
 
25 - O arguido é vítima de dupla burla condenado inocente a (1) um ano de prisão efetiva,  para lhe extorquirem o seu patrimônio a mal e à força com espírito pouco saudável de justiça que para tal não pudesse vir acontecer o arguido veio apelar ao Dtº. Ricardo Esteves Pereira, para que o julgamento se pudesse vir a realizar em um outro tribunal, como se confirma da contestação.
 
 
26- Ainda assim o Feitinha declarou ao tribunal que notificou o arguido para a escritura por duas vezes: Afirmando que nunca compareceu, que nada mais disse expressando: como se costuma dizer, nem novas nem mandadas: Pura mentira em audiência de julgamento pelo que jurou pela sua honra em falar a verdade e só a verdade: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/resolucao-de-contrato-por-alteracao-das-2265 - Pelo que o tribunal sabia e muito bem que estavam a mentir e condenou-me barbaramente.
 

27 - Declarou que me conheceu há 30 anos - pelo que importa em esclarecer em que circunstâncias esse me conheceu e logo se chega à data, há quantos anos me conheceu. Pois foi no dia em que me desloquei a Ponte de Sor com o fim de comprar um terreno para construir uma Discoteca - quando às portas da minha terra natal à saída do Domingo ali logo andavam umas obras e havia uns terrenos onde se encontrava o Feitinha a testemunha de acusação, pelo que cheguei junto dele, e disse o que procurava e não podia ter sido mais bem-sucedido que como se ousa em dizer na gíria popular - à primeira cavadela minhoca certa.
 
 
28- Pois não é que o senhor Feitinha tinha precisamente o que eu procurava, ou seja, dispunha de um terreno com viabilidade da Câmara Municipal de Ponte de Sor, para se poder vir a construir uma Discoteca, restaurante e piscina, foi como se tivesse acertado no euro milhões, e quando chegados ao terreno e esse indica o local, no cabeço, uma vista maravilhosa que se via a cidade por de cima, pelo que lá pintou a coisa à maneira dele, ao bom estilo de vendedor, mas que na verdade era um sonho mesmo, pelo que chegados ali foi mesmo o jackpot. Mas o pesadelo veio a seguir, quando afinal o jackpot tinha saído aos Feitinhas - que ficaram com o meu dinheiro, aproveitando o facto de me encontrar detido, mas a verdade não fazia parte do seu juramento de honra - O tribunal sabia disso mesmo, tal como se confirma da contestação.
 
 
29 - Estava tão vislumbrado que nem discuti o preço e se pedissem mais dinheiro eu pagava, tudo correu bem, pensava eu, encantado de todo, pelo que tenho fortes indícios de prova palpável (factos reais) em que a minha honestidade o meu àvontade a minha forma de estar na vida com total transparência, sem que nada tenha a esconder sobre o meu ser. Pelo que falei abertamente para o Feitinha sobre a vida que desenvolvia no " Bar ás de Copas ", e da perseguição que a PJ movia contra mim, em função de informações deturpadas do Capitão Nunes, e do Sargento Garrinhas junto desse seu superior, aproveitando das circunstâncias - Pelo que após me ter deslocado junto do Feitinha, no inicio de Outubro, para que viesse a marcar a escritura, logo ao fim de três ou quatro dias fui preso a 11 de Outubro de 1995, foi o culminar da perseguição que me era movida: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/429.html
 
 
 
30 - O que esta em causa é apenas e tão só o patrimônio do arguido, e não de quem é ou deixa de ser a propriedade, porque essa sempre foi dos Feitinhas que nunca pretenderam em vir a fazer a escritura e que para tanto logo que o arguido foi detido de imediato iniciaram uma exploração de inertes para o que se vieram a utilizar da retroescavadora e dos camiões da Câmara Municipal de Ponte de Sor: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/429.html
 
 
31 - Confirmou ainda o Manuel que logo que o negócio lhe foi proposto, concordou e deu logo ali (1000 mil euros, tal como se confirma da acusação: https://fotos.web.sapo.io/i/o0013ca72/19392127_Qe2HH.jpeg -Como se o Basílio tivesse sido atraído a uma cilada, trazendo com ele o genro com o recibo e 1000 euros - tudo logo ali sem que se tenha falado de nada, apareceram - Confiou no senhor Caldeira que lhe foi apresentado pelo Duarte, na casa do João, pelo que fomos à propriedade avaliar da oferta e o negócio debatido e acertado de frente da residência do arguido, e concluído na casa do irmão e foi o que se provou - tal como se esclarece da contestação:https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/contestacao-enviada-ao-doutor-ricardo-16788? 
 
 
32- Logo de imediato, apresentou outra versão: declarando que foi apreciar do negócio e nesse mesmo dia é que deu os (1000) mil euros o que da total descrédito o afirmado pela acusação - fundamentada nas declarações do queixoso e das testemunhas de acusação: https://fotos.web.sapo.io/i/o0013ca72/19392127_Qe2HH.jpeg
 
 
33- Mas lá avivou ainda melhor a memória, acabando por confirmar a verdade: Que a entrega dos (1000) mil euros foram duas semanas depois de se teremos deslocado à propriedade (avaliar da oferta). Condição que foi corroborada pelas declarações do seu genro o António como de resto se confirma da contestação muito antes do julgamento.
 
 
34 - O Manuel e o António apresentaram versões distintas no que toca ao senhor José o amigo das escadas e que de resto o tribunal não perguntou ao Feitinha se conhecia o senhor José que levou o Basílio e o António ao seu encontro, e não perguntou porque o Manuel confirmou que o senhor José era o senhor da Ponte de Sor, que também estava ali hoje (no tribunal), o senhor José disse referindo-se ao Feitinha tal como se afere das gravações de viva voz:https://www.youtube.com/watch?v=pQyR68RR6aA
 
 
35 - Em contrário o tribunal decerto que teria diligenciado no sentido de poder vir a garantir a presença do senhor José a fim de prestar o seu testemunho para a busca da verdade, como é de apanágio de toda a justiça: https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/no-dia-21-de-maio-de-2013-o-manuel-e-o-267346?
 
 
 

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