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FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.
 
 
Santana-Maia Leonardo na tomada de posse como ptresidente da Delegação e Agrupamento de Abrantes da Ordem dos Advogados em 2014 Foto: arquivo mediotejo.net
 
De: Santana-Maia Leonardo <sml@outlook.pt>
Enviado: 31 de março de 2015 20:10
Para: Raul M.Q.C.S.silva
Assunto: Re: ( URGENTE) PEDIDO DE REABERTURA DE INSTRUÇÃO PROCESSO 55/13

Boa tarde!

Não considero vantajoso requerer a abertura da instrução nestes casos.
É preferível uma pessoa defender-se em julgamento.
Mas se quiser pode falar comigo dia 7 de Abril (3ª Feira) às 15H ou 18H.

Atenciosamente
Santana-Maia Leonardo
 
 
Sent: Tuesday, March 31, 2015 2:54 AM
Subject: ( URGENTE) PEDIDO DE REABERTURA DE INSTRUÇÃO PROCESSO 55/13
 
Bom dia!

Sobre as observações, que lhe transmiti, acerca da conduta da procuradora http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/burloes-a-coberto-da-gnr-e-do-mp-de-2517
- Veio essa agora a revelar-se, conforme despacho: 
 

ACUSAÇÃO BASILIO.jpeg

Desde já manifesto a vontade de tornar o despacho arguido,  e consequente reabertura de instrução,  nos termos e pelos seguintes fundamentos:

 
Não é verdade, que tenha vindo atrair, esse tal Basílio, a casa de um irmão meu. E ai chegado, com o seu genro, sem mais nem menos, me tenha vindo a intitular,  rei e senhor-dono de uma propriedade, dizendo que tinha (300) trezentas arrobas de cortiça, para vender  - Pelo que o Basílio, de imediato  -  confiou em mim e puxou de ( 1000) mil euros,  que me entregou, como sinal e principio de pagamento.
 
Os negócios, não se fazem assim. Ninguém compra nada sem ver: A apreciar, palpar, cheirar, experimentar - a informar-se nos mínimos detalhes - afim de poder ajuizar - sobre as condições  do negocio. E a procuradora, quando faz os seus (negócios), decerto que não é diferente do normal - sendo igual a todas as outras pessoas. E o Basílio, enquanto negociante de cortiça, decerto que o foi, bem, mais atento ( ou não fosse essa, a sua área de negócio) -, e por isso mesmo, seria bem mais difícil de enganar - porque o contrario é que não se afigura, valha-nos a santa.
 
Cita-se ainda, a emissão de uma declaração. Pelo que sobre esse aspecto, importa em esclarecer: Que esse não pretendeu qualquer contrato, alegando que tinha divida às finanças, e que ia trabalhando a coberto de um seu genro, que lhe dispensava alguns recibos, que era o que usava nos negócios que ia fazendo - Pelo que la trouxe então o recibo e os (1000) euros, conforme o acordado - para o que se fez acompanhar do seu representante legal, como esse assim me foi apresentado, quando fomos ao terreno, em que para além desse seu genro , o comprador, fez-se ainda acompanhar, de um seu funcionário - que estranhamente (ou não) -  o seu nome, nem sequer veio a surgir, no rol de testemunhas.
 
Até porque foi no domicilio desse funcionário,  e através desse mesmo,  - que o negócio teve o seu inicio, uma vez que tomei conhecimento, que esse trabalhava para um negociante de cortiça e, por isso o vim a procurar a, um sábado da parte da manhã, em data que não recordo.
 
Ai chegado ao contacto com o funcionário, esse de imediato, se disponibilizou a telefonar ao seu patrão:  tendo esse manifestado o seu interesse. Tanto que ficou, acertado,  encontramos-se no sábado seguinte, nesse mesmo domicilio, do seu funcionário - E foi nessas circunstâncias, que vim então, a propor o negócio, que esclareci com total transparência e, nada serviu de obstáculo, tanto que ficou combinado, em deslocamos-se à propriedade, vindo então esse, a avaliar,  em (300) trezentas arrobas de cortiça para tirar da árvore, para o que ofereceu 2500 euros e, eu pedi 3000, mas que acabamos por chegar acordo, por 2700 -  Sendo que o acerto do negócio, teve lugar nesse mesmo dia, logo ao anoitecer,  de frente à minha residência, na rua quinta dos bicos (em Tramagal), onde só já estiveram presentes (sogro e genro), por já se haverem libertado do dito funcionário.
 
Dai que quando esses, foram  ao meu encontro, na casa do meu irmão, o tal Basílio: já trazia consigo os (1000) mil euros e, a dita declaração/recibo - pelo que celebramos então o contrato - que havíamos acordado - o que é totalmente diferente do afirmado pela procuradora.
 
Convém ainda, em realçar: que quando se deslocamos à propriedade, logo  mal chegamos ao local, o Basílio, quase de imediato -, alertou para a falta de cortiça num sobreiro, pelo que me manifestei, no sentido de vir apresentar queixa, mas o Basílio tentou-me demover, para que não o fizesse: desvalorizando, que não era nada do que estava a pensar, para o que invocou, a sua experiência profissional: dizendo que foi alguém, para fazer um cortiço, para as abelhas, que se via logo pelo diâmetro do sobreiro, que essas coisas aconteciam com muita frequência.  Até porque não tivesse problemas, que se viéssemos a fazer negócio, logo que houvesse ordem dos serviços das florestas - no primeiro dia começava a tirar a cortiça, mas ainda assim: eu vim mesmo apresentar queixa, o que teve lugar a 22 de Março de 2013, como se pode constatar:  http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/1258.html
 
Posteriormente, vim a ser chamado afim de prestar declarações, junto do posto do Tramagal,  o que teve lugar, no dia 17 de Abril de 2013,  conforme o vim a tornar ao conhecimento publico: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/1478.html
 
Contudo,  foi-me perguntada a identidade  das testemunhas, para o que vim a contactar o comprador da cortiça, afim de me fornecer a sua identidade e, a do seu genro, mas esse desviou-se sempre, recusou-se em fazê-lo, tal como o seu funcionário, que disse desconhecer a identidade do patrão e do genro desse, e quanto a ele, também não quis fornecer a sua identidade, ao ponto de me dizer, que não viu nada - tal como transmiti ao doutor (...).
 
Diz ainda a santa magistrada: que no dia 21 de Maio, por cerca das 15 h, o comprador, foi para ir tirar a cortiça e quando se dirigiu ao prédio, ai teve conhecimento que esse não me pertencia, pelo que ainda nesse mesmo dia, cerca das 18 horas, o "ofendido", veio ao meu encontro, pelo que me propus, a resolver o problema, mas que até à data não se verificou.
 
Não é verdade. Pois esse só veio ao meu encontro, após muitos contactos telefónicos, para que viesse a honrar o seu compromisso, porque afinal não foi tirar a cortiça -  logo que surgiu a ordem, como se havia comprometido, e para o que tinha de pagar os restantes 1700 euros - pelo que a desculpa, era a carrinha que tinha avariado, mas que fica-se descansado, que logo que pudesse, vinha ao meu encontro.menssagem encaminhada.jpg
 

Pelo que la veio, então, a surgir: não na minha residência ( ao invés do afirmado pela procuradora ), mas sim na residência do meu irmão. Para o que apareceu com uns papeis, nas mãos, a fazer-se de par-vinho, dizendo, que lhe foram entregues, no escritório do  advogado dos feitinhas, para o que alegou: em ter ido à propriedade, afim de tirar uma amostra de cortiça, para mandar para a fabrica e, nessa altura, apareceu um individuo, que travou conversa, mas depois já dizia, que os  feitinhas é que tinham aparecido,  mas na acusação nada disso consta, apenas se refere, de que tomou conhecimento (quando foi para tirar a cortiça), mas não esclarecendo, como, nem através de quem - , mas que é de pressupor ser o feitinha, uma vez que o seu nome, surge como testemunha, enfim!...

 
E também não é verdade, que me propus a resolver o problema e que tal não se verificou. Porque logo de imediato, tomei medidas, para, desmascarar a trapalhada a vigarice, pelo que convidei assim, o comprador, a iremos ao posto da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Ponte de Sôr, para o que combinamos, encontrar-se na propriedade, pelas 9 h do dia seguinte, como veio acontecer, e de la partimos para o posto - mas  ainda assim, o comprador recusou-se a honrar os seus compromissos, o que em nada me surpreendeu,  conforme se confirma do retratado no processo de resolução de contrato.http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/resolucao-de-contrato-por-alteracao-das-2265
 
Tendo em consideração os prazos, para a reabertura de instrução, agradeço que o doutor me diga, se esta disponível para o processo e, se estiver, enquanto importam os honorários, para eu me poder prevenir.
 
Atenciosamente,
 
Raul Manuel Quina Caldeira Soares da Silva
 
CONTUDO O ARGUIDO NÃO VEIO A COMPARECER À CHAMADA NO SEU ESCRITÓRIO PORQUE ESSE ESTAVA AO CORRENTE DA SITUAÇÃO OU MELHOR ENVOLVIDO QUANDO ANTES FICOU DE RESOLVER O CONTRATO - E ASSIM VEIO O ARGUIDO A ELABORAR O REQUERIMENTO, VINDO POSTERIORMENTE A TESTAR A REAÇÃO DO ADVOGADO SANTANA MAIA LEONARDO, QUE AO SENTIR-SE DESMASCARADO - REAGIU EXALTADO COM PREPOTÊNCIA - CF: https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/despacho-ao-pedido-de-abertura-de-18541

 

 

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