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FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

 

De: Comissão 1ª - CACDLG XII <Comissao.1A-CACDLGXII@ar.parlamento.pt>

Enviado: 6 de janeiro de 2015 20:26
Para: Raul M.Q.C.S.silva
Assunto: RE: JUSTIFICAÇÃO!

Exmo. Senhor
Raúl Silva
Encarrega-nos o Senhor Presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, Deputado Fernando Negrão, de remeter a V.ª Ex.ª o ofício (em anexo) de resposta ao e-mail infra.
Com os melhores cumprimentos
A Equipa de Apoio à 1.ª Comissão
[logo_ar]
Comissão de Assuntos Constitucionais,
Direitos, Liberdades e Garantias
1249-068 LISBOA
Telefone: 21 391 92 91 / 96 67
Fax: 21 393 69 41
E-mail: Comissao.1A-CACDLGXII@ar.parlamento.pt<mailto:Comissao.1A-CACDLGXI@ar.parlamento.pt>

 

De: Raul M.Q.C.S.silva [mailto:raulcaldeira@hotmail.com]
Enviada: terça-feira, 9 de Dezembro de 2014 02:47
Para: mp.abrantes.tc
Cc: Ministra; inisterio justiça1
Assunto: JUSTIFICAÇÃO!
Importância: Alta


Proc. 55/13.8GDABT Cf- documento em anexo:


Serve o presente para justificar que não vou estar presente, pelo facto, de me sentir ofendido na minha honra e consideração -, pela magistrada do (MP) que me acusa da pratica de um crime de burla ( Cf- documento em anexo), quando tem plena consciência que o lesado o burlado sou eu -, pelo que a conduta assumida, foi objecto de denuncia junto de um advogado ( aquando prestei declarações a primeira vez), até porque à praticamente duas décadas que ando a denunciar esses serviços.

Contra factos não há argumentos, pelo que a dita magistrada, e esses serviços do (MP), de Abrantes, que agora, por encerramento do tribunal, continuam a saga, a partir de Santarém, só mudaram de morada, porque de resto, continua tudo como dantes, no quartel de Abrantes, em que os criminosos são protegidos como sendo as vitimas e as vitimas tratadas como criminosos.

Chega de jogos de trapalhadas, montadas com astucia, nos bastidores. A justiça requer transparência, há que despertar consciências, e por isso o presente vai ser denunciado, junto das mais altas cortes, que tanto vêem afirmar, que a justiça esta a funcionar, quando os factos estão à vista de todos, pelo que não escapa aos olhos do mais comum dos mortais, de que tudo continua na mesma, ao invés do tão proclamado fim do clima de impunidade - anunciado pela senhora ministra da justiça, e que a Procuradora-Geral da Republica, tenta fazer querer, com as detenções mediáticas recentemente ocorridas, de que de facto as coisas estão mesmo a funcionar -, que não há uma justiça, para ricos e outra para pobres, que a lei é igual para todos e de facto é: mas apenas na lei, porque na pratica esta à vista, e nada se passa nada acontece, aos agentes e funcionários do Estado, que usurpam as suas funções, Cf- ppº no Artº 369 do CP).

Sem colocar em causa a separação de poderes, constitucionalmente consagrados, mas antes, o abuso de poder em detrimento do Estado dos cidadãos e sociedade, não posso assim: deixar de solicitar a intervenção por parte da senhora ministra da justiça, junto da Procuradora-Geral da República, para que os cidadãos possam ver as suas causas analisadas, com isenção e rigor - como é de apanágio de toda a justiça.

Contudo, espero não vir a sofrer mais represálias, e muito menos a minha família, em particular a minha mãe, só porque denuncio agentes e funcionários do estado a que chegámos, a que esses nos conduziram - E ainda assim, continuam intocáveis, conferindo-me assim a necessidade de pedir a intervenção por parte da Assembleia da República, junto do representante do Estado aquém compete cumprir e fazer que se cumpram as leis, esse o mais garante do Estado de direito -. indigitado pelo mais alto magistrado da nação, por indicação do governo, pelo que não poderia assim, deixar de solicitar: em particular a melhor das atenções por parte da senhora ministra da justiça.

Sendo ainda, o presente do interesse em geral dos cidadãos, vai o mesmo, ser tornado ao conhecimento publico, que para o efeito, vai ser amplamente divulgado através das redes-sociais, até para minha segurança no futuro, pelo menos, para tentar evitar - que a nova (PIDE), me venha buscar e me torture, ou algo mais (...).

Se o (MP) cumprir com as suas obrigações, conforme a lei e o brio profissional assim o exigem - certamente que não preciso de advogado, nem de prestar mais declarações, pelo que a senhora magistrada deve chamar a prestar depoimento o comprador da cortiça o (queixoso), os vendedores do terreno, com quem esse se envolveu, porque esses sim, são os verdadeiros burlões com o aval da (GNR) e do (MP), senão investigue-se, o que a magistrada ignorou: http://portugal100lei.blogs.sapo.pt/

Raul Manuel Quina Caldeira Soares da Silva

 

Proc.55-13-acusação.jpg

 

Proc.55-13-acusação-fl-2.jpg

 

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