Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

 




----- Mensagem encaminhada de "Raul M.Q.C.S.silva" <raulcaldeira@hotmail.com> -----
   Data: Wed, 24 May 2017 16:12:17 +0100
     De: "Raul M.Q.C.S.silva" <raulcaldeira@hotmail.com>
Assunto: - QUANTO TEMPO TENHO DE IR PARA A PRISÃO - PELA PRÁTICA DESSES CRIMES!
   Para: PGR <mailpgr@pgr.pt>
    

Raul Manuel Quina Caldeira Soares da Silva, veio a pedir proteção poliçial e para o que invocou o seu direito de resistênçia ao abrigo do artigo 21, Cf: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/pedido-de-protecao-policial-para-o-que-50503

 

Nessas circunstânçias segunda-feira 22 de Maio, voltei a conduzir os meus sobrinhos logo pela manhã, à escola e ao curso de formação e, pelo que de volta regressei a casa do meu irmão o progenitor dos mesmos, tal como sempre o fazia, uma vida recatada, na horta e junto da minha esposa e para o que pretendiamos abrir o estabeleçimento comerçial de que disponho e que tenho todo o direito de o fazer para me poder sustentar a mim e à minha familia, mas que me vejo impedido a mal e à força, contra a lei e o direito, por parte daqueles que têm o poder-dever de acautelar os meus legitimos interesses, e não violalos criminosamente, praticando o mal em nome do bem, abusando do poder.

 

Da parte da tarde por cerca das 3 h e 20 , fui buscar o meu sobrinho que anda no ensino espeçial a conduzilo a casa.

 

Posteriormente fui ao encontro da ainda minha esposa, afim de conversamos pessoalmente sobre as coisas da vida que nos conduziram ao afastamento um do outro e, quanto aos seus desenvolvimentos em relação à perseguição que nos era movida, a mediar sobre o reatar da relação, sendo um direito que nos assiste e que para tanto haviamos constituido familia. 

 

Dai regressado, fui comprar umas plantas para colocar na horta e de seguida fui buscar o meu outro sobrinho junto às instalações onde se desenvolve o estágio de formação, logo ali por perto, onde comprei as plantas na loja de produtos agricolas.

 

Assim vinhamos a circular na Estrada Nacional 118, quando junto a uma curva se encontrava uma viatura da Guarda Nacional Republicana com (2) dois militares que ali aguardavam à minha espera, pelo que ao passar-lhes de frente, logo de imediato se colocaram no meu encalço com as sirenes ligadas e apontando para encostar numa zona de curvas e contracurvas de qualquer maneira, ao que lhes fui sempre fazendo sinal que iria parar na casa do meu irmão, que lá falavamos, enquanto esses teimavam que tinha de ser logo ali.

 

Contudo segui a minha marcha normal prudente, segura, enquanto sempre iam surgindo outras viaturas de frente, impedindo a ultrapassagem, o que se verificou ao longo de 2 a 3 quilómetros e quando ali à entrada da vila vendo a apetênçia dos militares da guarda com propotênçia (cariz de vinganças), pelo que logo que me foi possivél, em segurança, proçedi a ultrapassar a viatura que seguia na minha frente, quando de rompante sou ultrapassado pelo carro patrulha, saindo os elementos da guarda logo ali de imediato, com maus modos, como de se um bandido se tratasse.

 

Exigiam que a minha viatura de serviço o ficasse logo ali, a pressionarem-me a mal e à força de que tinha de entrar obrigatóriamente no carro patrulha, sem que me exibissem qualquer despacho do tribunal, a justificar os motivos - pelo que questionados a insistir, o guarda mineiro deitoume as mãos bruscamente ao pescoço com violênçia, enquanto o outro gritava aos berros, vai ali no carro o da patrulha, o seu fica aqui e, eu sentado sem nunca sair do carro, arranquei a fugir, daqueles que me haviam de proteger, enquanto cidadão digno, pessoa honrosa que o sou, olhando avaliar pelas minhas ações atitudes, perante a comunidade, todos e o mundo.

 

Do ocorrido voltou o meu irmão (22 de Maio), a pedir de novo satisfações apar do que tinha feito no dia (10), em que por essa altura o senhor comandante alegou não saber de nada e para o que afirmou garantidamente que os militares que me procuraram no café, nunca poderiam ali ser afectos ao seu posto de comando.

Assim ao invés do afirmado, o dito pelo não dito, acabou por concluir após as exigênçias do meu familiar irmão, dizendo que afinal havia qualquer coisa, mas que não lhe era permitido dizer.

Posteriormente, veio o meu irmão a transmitirme o que o Comandante lhe tinha dito de novo, ao que retorqui dizendo que era só mentiras engendrações, o que levou o meu irmão e uma vez mais, a exigir melhores esclareçimentos no dia 23 de Maio a insistir em querer saber o que esse Comandante se recusava a dizer, abrir o jogo a perseguição a trapalhada, a maquinação.

 

Pelo que assim mais veio adiantar o Comandante do posto, afirmando, que ainda que não pudesse dizer mas que afinal se tratava de um pedido da juiz para que viesse a identificar as moradas onde eu eventualmente me poderia encontrar, indicando como eminente a emissão de mandatos de busca à minha residênçia e nas dos meus dois irmãos, como se de um foragido à justiça se tratasse, quando na verdade o caso é bem diferente, pelo que me encontro àguadar pela efectivação dos meus direitos de defesa, para o que se lhes impôem a sua assistênçia por um profissional da advocaçia.

 

Mais adiantando que segundo a sua experiênçia profissional que nada podia garantir se a juiz não me mandava recolher a um Estabeleçimento Prisional, argumentando que ainda por cima, eu me encontrava com mais um processo em cima, visto que o guarda mineiro tinha partido um dedo e rasgado a farda toda e pelo que havia passado toda a noite no hospital - condição que antes não comunicou ao meu irmão, porquê, nao se lembrou??

 

Pois na verdade eu arranquei com a minha viatura de serviço e de imediato os dois militares da guarda entraram logo ali no carro patrulha em minha perseguição, quando antes e por demais, o havia soliçitado, para que viesse a ser notificado para a minha caixa de correio electronico ou da residênçia (VIA CTT), ou se o Juiz entendesse que havia de ser notificado através das autoridades, nesse caso que viesse a ter lugar através da Policia Judiçiária, para me proteger, dos militares da guarda sobre o Comandante do posto do tramagal, etc...

 

Disse também o Comandante ao meu irmão que eu o tinha procurado um dia a falar sobre o problema do esgoto e que até gostou de me ouvir ( falar comigo), dizendo que se me ofereçeu para me ajudar, mas eu nunca mais apareçi.

 

Pois na verdade deve fazer um esforço de memória, lembrando que me desloquei ao posto por haver tomado conheçimento que havia surgido um novo Comandante e pelo que numa das alturas em que tentava uma vez mais abrir o meu estabeleçimento, como sempre fui falar com o Comandante afim de mudar as atitudes dos comandantes que por ali passavam, e pelo que então falei do problema do esgoto, que faz parte do pacote:  http://estanahoradaverdade.blogs.sapo.pt/3922.html

 

Ora o problema do esgoto quém têm de o resolver é a Câmara que o criou ao lotear terrenos para construção, o que legalmente nunca podia ter aconteçido - pelo que ao Comandante da guarda não lhe compete resolver problema de esgoto mas antes levantar os autos contra tais praticas moralmente censuravéis e criminalmente punido por lei - o que não o fez, apar dos seus antecessores ( tráfico de influênçias), e por isso não voltei mais, nem tinha de o fazer.

 

Disse também ao meu irmão que o  Senhor Cabo Serafim que até é meu amigo e que me havia ligado uma série de vezes mas que eu nunca o atendi, pois na verdade o meu número de tm é outro, e sendo o cabo Serafim meu amigo, poderia efetivamente mandar-me uma mensagem privada pelo facebook, o que não se verificou.

Por ultimo questionou o Comandante ao meu irmão se não tinha advogado, enfim!...

 

De: Paula Cristina Légua <paula.c.legua@stj.pt>

Enviado: 23 de maio de 2017 14:47
Para: raulcaldeira@hotmail.com
Assunto: NOTIFICAÇÃO

Sr. Raul Silva

Fica V. Exº notificado do despacho exarado, pelo Sr. Conselheiro Vice Presidente , no requerimento enviado por mail a este Supremo Tribunal de Justiça, que passo a transcrever:
“ Não se verificando – na informação a que se refere o nº 2 do art. 223º do CPP – que o requerente está preso, não convoco a secção criminal.”
Notifique e arquive

22/5/17


O Vice-Presidente do Supremo Tribunal de Justiça

a) Sebastião Póvoas


Está conforme.

Lisboa, 23 de Maio de 2017

A Escrivã-Adjunta

Paula Légua

 

Pois na verdade o arguido não se encontra preso, nem têm de ser preso, por exigir os seus direitos da defesa consagrados no artigo 32 da CRP - a que se lhes impôe a sua assistênçia por um profissional da advocaçia, quanto ao direito de poder recorrer de uma sentença e ao pedido de abertura de instrução, que lhe estão a ser vedados - para que outros não venham a ser responsabilizados pelos crimes que praticaram por ação ou omissão de funções, nomeadamente: http://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/7-de-abril-do-ano-2017-contestacao-42809

Pelo exposto submete-se o presente aos espeçiais cuidados, não sei de quém, pelo que se pede a todos aqueles tantos quantos reçeberem esta mensagem, o favor de a dirigir a encaminhar, junto das entidades responsavéis se por acaso souberem quem são, onde se podem encontrar, porque eu não sei.

Quero voltar para casa refazer a minha vida familiar e abrir o meu espaço comerçial para me puder sustentar a mim e à minha familia - Quanto tempo tenho de ir para a prisão pela prática desses crimes?

A sumeter aos autos para memória futura ao abrigo do nº1 artigo 98 CPP.

Pede deferimento,

Raul Manuel Quina Caldeira Soares da Silva



----- Fim de mensagem reenviada ----- 

 

 

---- Mensagem encaminhada de "Raul M.Q.C.S.silva" <raulcaldeira@hotmail.com> -----
   Data: Wed, 24 May 2017 16:12:17 +0100
     De: "Raul M.Q.C.S.silva" <raulcaldeira@hotmail.com>
Assunto: - QUANTO TEMPO TENHO DE IR PARA A PRISÃO - PELA PRÁTICA DESSES CRIMES!
   Para: PGR <mailpgr@pgr.pt>
     Cc: "cons.geral" <cons.geral@cg.oa.pt>, "M. justiça" <espaco.justica@sg.mj.pt>, PV <pev@osverdes.pt>, gp_pp <gp_pp@pp.parlamento.pt>, gp_ps <gp_ps@ps.parlamento.pt>, Gp_pcp <gp_pcp@pcp.parlamento.pt>, gp_psd <gp_psd@psd.parlamento.pt>, "bloco.esquerda" <bloco.esquerda@be.parlamento.pt>, Voz do povo <voz.povo@groups.facebook.com>, Maria Do céu <presidencia@cm-abrantes.pt>, TVI <relacoes.publicas@tvi.pt>, Queixa <qualidade@queixas.co.pt>, ministero desevolvent <secretaria.geral@sg.min-economia.pt>, Integridade <integridade@transparencia.pt>, Cria <cria-rsi@mail.telepac.pt>, Presidente <belem@presidencia.pt>, Protecção Ambiental <geral@ccdr-lvt.pt>, "Adm.publica" <geral@dgap.gov.pt>, "ADV. Patricia" <patriciacorreia-5784c@adv.oa.pt>, Apoio advogados <acessoaodireito@cg.oa.pt>, Ordem de advogados <cons.geral@cg.oa.pt>, Pj Braga <dic.braga@pj.pt>, PJ Lisboa <dcci.une@pj.pt>, PJ Aveiro <dic.aveiro@pj.pt>, Pj Setubal <dic.setubal@pj.pt>, PJ Porto <directoria.porto@pj.pt>, PJ Coimbra <direccao.coimbra@pj.pt>, Conselho superior juizes <csm@csm.org.pt>, Concelho Refugiado <geral@cpr.pt>, jbotelhop@gmail.com, santana-maia@outlook.pt, Gnr Geral <gnr@gnr.pt>, Gnr Santarém <b2.gstr@gnr.pt>, Gnr Tramagal <ct.str.dabt.ptmg@gnr.pt>, Gnr Portalegre <ct.ptg.dptg@gnr.pt>, "Gnr.interna" <info.interna@gnr.pt>, Gnr Abrantes <ct.str.dabt@gnr.pt>, Gnr Ponte sor <ct.ptg.dpsr.ppsr@gnr.pt>, Superior MP <csmp@pgr.pt>, CPCJ abrantes1 <cpmab1@sapo.pt>, APG-GNR5 <coordenador.norte@apg-gnr.pt>, Contato constitucional <geral@gmcs.pt>, CRIME-DICAP <ProjectFenix@pgr.pt>, JOrnal TVI <relacoes.publicas@tvi.pt>, Transparencia provedoria <provedoria@transparencia.pt>, Adv DH <com.direitoshumanos@cg.oa.pt>, costitucional <tribunal@tribconstitucional.pt>, Comissão1a <Comissao.1A-CACDLGXII@ar.parlamento.pt>, Comissao Riscos Corrupcao <comissaoriscoscorrupcao@pj.pt>, Comissão Parlamentar de Segurança Social e Trabalho <Comissao.10A-CSSTXII@ar.parlamento.pt>

 

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2024
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2023
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2022
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2021
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2020
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2019
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2018
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2017
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2016
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D

Favoritos