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FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

FIM da Trafulhice

Pelo exposto ao longo do presente documento -- Chega de fabricar crimes na secretaria - que para acabar com tais propósitos, a gravação de imagem e som é o remédio certo - complementado com o crime de enriquecimento inj.

CONTESTAÇÃO APRESENTADA PELA DEFESA — QUE TENTARAM DESTRONAR?

https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/contestacao-enviada-ao-doutor-ricardo-16788?

 

Ao invés dos factos dados como provados no acórdão de sentença, os depoimentos das testemunhas, ainda que com o objetivo de contornar o contestado pela defesa a levar ao seu desvalore. O certo é que deitaram por terra a acusação, como se vai passar atestar ao longo desde recurso, ficando claro que o Manuel Basílio não fez negócio nenhum, mas antes se aproveitou dos vastos esclarecimentos prestados pelo arguido, sobre a oferta do negócio. O que despertou nele o oportunismo que o levou a envolver o seu genro António, indo ambos depois ao encontro dos proprietários do terreno, não com o sentido de pedir esclarecimentos, como seria de pressupor em condições normais, acautela (para mais quando o arguido esteve preso). Mas que ao invés passaram agir num plano conjunto em que o Manuel Basílio para virem atingir os objetivos, começou por se furtar habilidosamente ao contrato a elaborar pelo arguido, para que não ficasse o registo sobre as condições do negócio. Para depois se apresentar como se tivesse sido enganado, que o arguido tenha dito que o terreno pertencia-lhe. Sendo então os (1000) euros entregues como sinal e principio do pagamento, pertencente aos proprietários do terreno, servindo o Manuel e o António de muleta com a criação deste processo, para posteriormente vir aproveitar à testemunha João feitinha e ao filho e sócio desse, que ficavam definitivamente com (4) quatro milhões de escudos do arguido, decerto a troco de uma eventual recompensa e com algum ganho para o Duarte, enquanto intermediário do negócio, porque o contrário é que não se vislumbra. Dai que não foi de ânimo leve que o arguido veio a pronunciar como testemunha o Duarte a Rita e o Manuel Lopes dado o facto de não se encontrarem arrolados pela acusação, afim de poderem esclarecer ao tribunal sobre o que viram e ouviram do que presenciaram? Ainda que o Duarte tenha resistido para que não viesse a depor e em que até no primeiro dia destinado para julgamento (4 de fevereiro 2016) esse pretendia ser dispensado a falso pretexto de andar a trabalhar em Espanha, mas o arguido nunca prescindiu do seu depoimento e certo é que três dias após a leitura da sentença o Duarte encontrava-se a trabalhar junto à Estrada Nacional 118 em (Tramagal), vindo o arguido ao seu encontro a pedir satisfações, como se alcança do confronto, em que até contou com a intervenção de terceiros, como então se constata do registo áudio:https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/duarte-flores-publicamente-247204?

 

Nessas condições implica confrontar o que o Duarte disse publicamente, com as declarações que o mesmo prestou ao tribunal. Sendo de salientar o que é dito acerca da postura negativa da magistrada do (MP), indo ao encontro do denunciado pelo arguido na contestação e que se confirma ao longo deste recurso:https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/declaracoes-do-duarte-manuel-flores-em-246736?

 

20 - Juíza: Acreditou que o terreno era do senhor caldeira ou não? 

D.Flores: Até novos factos uma pessoa tem que acreditar em tudo.

 

A pergunta é sugestiva estranho que não se tenha questionado à testemunha, se alguma vez ouviu o arguido a dizer que o terreno pertencia-lhe? Tendo em conta o facto desse ter sido intermediário no negócio, como se indica desde logo a partir dos factos contestados pela defesa.

 

5 - MP: O senhor Raul conhécio à 8 anos qual é a ideia que tem dele?

D. Flores: Um bandido é um bandido pelo que eu o conheço das vezes que eu o conheço conheçio quando ele saiu da prisão porque eu tinha um café lá no Tramagal quando ele saiu da prisão só desde dai desde que eu o conheço só tem andado metido é...

 

12 - Juíza: Então acompanhou o senhor Manuel e o senhor António?

DF:  Eu não o acompanhei a ele foi dentro da carrinha com a gente mas eu dele não quero nada só quero largueza... largueza... quanto mais largueza melhor.

 

24 - Juíza: Porque é que o conhece como sendo?

DF: Como sendo um bandido onde é que tinha dinheiro para comprar uma coisa daquelas.

 

25 - Juíza: Isso o senhor achou estranho e não disse ao senhor Manuel nem ao senhor António?

DF: Não tinha nada que dizer aquilo não era nada comigo eu simplesmente fui ver uma cortiça. 

 

Pelo que o Duarte teve a coragem de dizer acerca do arguido, sem que tivesse que se aponte, também decerto que não deixava de avisar o queixoso se assim fosse. Ficando claro a sua cumplicidade com o Manuel Basílio e o António, que além do que já se esclareceu, mais se vai passar a comprovar sobre os depoimentos dessas testemunhas, muito curtos e controlados:

 

MANUEL JOÃO LOPES FARINHA

https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/declaracoes-manuel-joao-lopes-farinha-253457

 

Juíza: Jura por sua honra falar com verdade?

Manuel João Lopes Farinha: Juro!

 

2 - MP: Senhor Manuel já disse à senhora doutora Juiz que conhece o Raul à 7 anos e sabe porque é que que esta aqui hoje porque é que veio aqui hoje ao tribunal?

ML: Não senhor.

 

3 - MP: Sabe o que é que este aqui hoje a ser apreciado o que é que esta em causa não tem conhecimento de nenhum negócio de cortiça?

ML: Nada.

 

4 - MP: Não sabe de nada disso?

ML: Não.

 

5 - MP: Sabe se o senhor Raul é dono de algum terreno lá de... Não tem conhecimento nem se é nem se não é. Portanto conhécio muito mal é isso que me quer dizer não é? 

Eu não desejo mais nada senhora doutora Juiz eu não desejo nada da testemunha.

 

6 - Juíza: Eu só ia pedir que a testemunha respondesse verbalizasse o resto que fez não fica gravado.

 

7 - MP: Vou lhe repetir as mesmas perguntas e o senhor só vai responder sim ou não aquilo que entender mas tem de verbalizar:

Eu perguntei-lhe se sabia porque é que estava hoje aqui no tribunal?

ML: Não senhor.

 

8  - MP: Não sabe?

ML: Não.

 

9 - MP: Perguntei-lhe se sabia de algum negócio de cortiça?

ML: Não senhor.

 

10 - MP: Não sabe. Depois perguntei-lhe se sabia se o senhor Raul Caldeira era proprietário de alguns terrenos ou não?

ML: Não sei.

 

11 - MP: Não sabe?

ML: Não sei.

 

12 - MP: Esta a dizer que ele não é proprietário ou que não sabe se ele é proprietário?

ML: Não sei se ele é proprietário.

 

13 - MP: Também lhe perguntei relativamente aquilo que conhece do senhor Raul se era um conhecimento superfecial ou se o conhece por se relacionar com ele?

ML: Foi là a minha casa uma vez só teve là...

 

14 - MP: Nestes 7 anos

ML: Sim sim.

 

15 - MP: Não lida com ele no dia a dia?

ML: Não senhora.

 

16 - MP: face às declarações da testemunha não tenho nada a perguntar não desejo mais nada.

17 - Juíza: Senhor Manuel como é que o senhor Caldeira é la visto no tramagal o que é que se houve falar dele. Não se houve falar nada nem bem nem mal?

ML: Não senhor

 

Como se constata a Juíza pediu para que a testemunha voltasse a responder de novo às perguntas da procuradora a falso pretexto de não ter ficado gravado o resto do depoimento? Não sendo isso que se verifica, mas antes o objetivo da testemunha vir acrescentar ao declarado, que o arguido foi lá uma vez a casa… sem que essa magistrada tenha usado do mesmo zelo a pedir esclarecimentos sobre o que o arguido la foi fazer?

 

ANA RITA PICÃO FARINHA:

https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/declaracoes-ana-rita-picao-farinha-253904?

 

Juíza: Jura por sua honra fala com verdade?

Ana Rita: Juro!

 

2 - MP: Dona Ana sabe porque é que esta aqui hoje no tribunal?

AR: Não.

 

3 - MP: Sabe se houve algum problema com o senhor Raul assistiu alguma coisa?

AR: Não.

 

4 - MP: E como também já nos referiu também só conhece de uma forma superficial. Então não desejo mais nada da testemunha senhora doutora Juiz.

Juíza: Esta dispensada pode ir à sua vida.

 

A Ana Rita apare do seu progenitor Manuel Lopes, também num curtíssimo depoimento, surgiu habilidosamente de forma convincente, pelo que declarou ao tribunal, que trabalhava num café e não sabia nada acerca dos factos a que assistiu por duas vezes, como se atesta do confronto entre o arguido e o Duarte logo acima no início, deixando claro que a Rita e o Manuel Lopes apare do Duarte faltaram à verdade ao tribunal. Pois, o arguido frequentou o café onde a Rita trabalhava, durante mais de dois anos e praticamente todos os dias, como os clientes o presenciavam a conviver, em que até jogávamos Snooker a parceiros. O arguido o Manuel Lopes o Duarte e a Rita, sendo então essa a funcionária aquém sempre se requer alguma simpatia, havendo mesmo um relacionamento próximo de amizade ao contrário do que declarou com segundas intenções, pôr o Duarte se encontrar envolvido. Sendo esse mesmo café em que o Duarte não era o dono como se afirmou, mas antes testa de ferro, pelo facto de o verdadeiro proprietário se encontrar em prisão domiciliária, com pulseira eletrónica, e dai que os conflitos que o Duarte possa ter verificado ou que neles tenha estado envolvido - Garantidamente que não foram com o arguido de quem disse que só queria largueza… Largueza quanto melhor. Até porque quem é conhecido pela alcunha de pirata é o Duarte e não o arguido que é pessoa considerada na terra, apesar de ter estado preso. Sendo então os interrogatórios muito condicionados, quando no mínimo seria de questionar a Ana Rita e o Manuel Lopes, sobre o que teria passado pela cabeça do arguido, para os ter vindo a pronunciar como testemunhas, entre tantos outros habitantes ou pessoas na terra, o porquê de os ter indicado a eles? Quando ainda por cima, disseram que o conheciam muito mal superficialmente — Mas que afinal até foi lá uma vez a casa… que não foi uma, mas sim duas. Sendo ali mesmo na casa do Manuel Lopes, que o negócio teve o seu início, através do Duarte e sempre na presença do Manuel Lopes e da Rita, que uma vez mais aqui se repete — Porque não usou o tribunal do mesmo zelo, afim de saber o que o arguido lá foi fazer a casa? 

FLS 9 MANUEL BASÍLIO-page-001.jpg

https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/2-recurso-290293?

71 - Juíza: Depois de saber que o terreno não era dele o senhor Caldeira continuava a contactar com o seu sogro ou depois furtava-se aos contactos?

AP: Mandou me umas mensagens ele tinha o meu email mandou-me uns mails. 

 

72 - Juíza: a dizer o quê?

AP: Já não me recordo bem mas acho que era para ir retirar a cortiça que a gente eramos.

 

73 - Juíza: Ele persistia com os senhores para irem tirar a cortiça?

AP: Sim... sim... sim.

 

74 - Juíza: Depois de saber que o terreno não era dele?

AP: Sim.

 

75 - Juíza: O senhor ainda tem esses emails?

AP: Tenho.

 

76 - Juíza: Tem possibilidades de os juntar ao tribunal imprimir e juntar ?

AP: Sim.

 

77 - Juíza: Consegue fazer isso no prazo de 10 dias?

AP: Acho que sim em princípio sim. 

 

78 - Juíza:  Então o senhor neste momento fica notificado para vir juntar aos autos a este processo o teor dos emails enviados pelo senhor Caldeira depois de saber que o terreno já não era dele nos quais ele diz de acordo com as suas palavras para lá irem à mesma tirar a cortiça.

AP: São só dois mails.

 

79 - Juíza: Não interessa os que forem ta bem. Depois tem de trazer uma cópia junta aqui ao processo tem o número do processo da notificação não tem?

AP: Esta na carta. 

 

80 - Juíza: Vem aqui e entrega por favor ali na secretária para ser junto ao processo no prazo de 10 dias não se esquece ?

AP: Não.

 

81 - Juíza:  Se por mero acaso tiver acontecido alguma coisa e o senhor já não esteja na posse desses emailes o senhor faça um requerimento depois pode vir ai à secretaria e os senhores funcionários ajudam a dizer que já não é possível entregar.

APMas eu acho que arquivei.

 

82 - Juíza: Mas é só para dizer que caso não seja possível o senhor já não tiver na sua posse uma vez que isto já foi à muito tempo caso o senhor não tenha isso o tribunal pede lhe para o senhor então dizer isso mesmo para não ficamos aqui a espera esta bem pronto se por acaso não for possível juntar esses emailes o senhor vem aqui ao tribunal depois à ai uns requerimentos e os senhores funcionários depois até o ajudam a fazer isso esta bem e até inclusivamente para juntar os emails esta bem ?

Senhora doutora nestas circunstâncias poderá dispensar a testemunha?

84 - MP: Por mim sim.

85 - Nada a opor. 

86 - juíza: O senhor fica dispensado já terminou o seu depoimento só queremos depois é a junção dos emails. 

 

e não é que desapareceu o email datado de 20 de Maio que desmente

https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/referiu-que-foi-na-altura-de-tirar-a-259869?

https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/alegacoes-finais-4960

 

Como dai se verifica o MP e a defensora nomeada ao arguido entenderem por bem que o mesmo deveria estar presente? Mas a Juíza assim não o entendeu dizendo que viu logo tudo no primeiro dia a 4 de fevereiro em que não houve julgamento, mas antes uma farsa (astuciosa) para que o arguido viesse a dispensar o Duarte de depor em audiência como esse o pretendia e que por isso mesmo o arguido não voltou mais porque quem viu logo tudo foi ele acerca da conduta da magistrada que de resto se veio mesmo a confirmar com a sua execução — CHACINADO A TALHE DE FOICE — Tendo todos os advogados do núcleo junto da delegação da Ordem em Abrantes se recusado a defender o arguido como também dai se vislumbra do despacho que se parece ficar a dever ao facto de o seu delegado o doutor Santana Maia Leonardo se encontrar por de mais colocado em causa ou não. O certo é que nessas circunstâncias veio a ser nomeado um advogado com escritório no Entroncamento o doutor Botelho que então ficou esse de recorrer da sentença e que para tanto lhe foi enviado uma descrição dos factos como as coisas se vieram a desenvolver com respetiva prova de sustento e assim no último dia de prazo do prazo para a sua entrega do recurso, veio o dito causídico ali muito à pressa a chamar ao seu escritório, que lá chegado o arguido começou por ler o recurso com o qual o mesmo não concordou, dizendo que não sabia mentir, que aquilo não era verdade, retorquindo o advogado não é v/c quem mente sou eu que faço o recurso, obviamente em nome do arguido, que vendo a ma fé, logo que regressado a casa enviou o recurso de novo com a tese reforçada dado o facto de ter vindo adquirir os áudios de julgamento sem que diretamente lhe tenham sido fornecidos pelo tribunal e nessas condições se pediu encarecidamente para que esse causídico subscrevesse o recurso nesses termos:https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/recurso-11-de-maio-processo-5513-8-5669?

 

Teimosamente contra a vontade expressa do arguido o advogado enviou o recurso que fez com segundas intenções a pactuar habilidosamente com a sentença proferida — Destacando no que toca acerca da alteração quanto aos marcos:https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/recurso-dro-botelho-5932 

 

Dessa feita outra coisa não seria de esperar e pelo que então veio o mesmo a notificar o arguido apresentando-se com um falso lamento de que o (MP) discordou da decisão proferida pelo tribunal da Relação que confirmou a medida da pena aplicada pelo tribunal recorrido de primeira instância:https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/advogado-joao-botelho-da-despacho-da-267659?

 

Sobre o que ai se encontra explanado em função do recurso que o advogado veio a interpor e dos relatórios dos serviços da DGRSP — Ainda que não esteja em causa a medida da pena, mas outro SIM a justiça da condenação e até porque se assim não fosse este recurso não, faria qualquer sentido, como desde logo, se encontra esclarecido nas suas CONSIDERAÇÕES PRÉVIAS. Contudo, o arguido faz questão em deixar aqui bem claro: de que as afirmações produzidas não correspondem de todo à verdade material dado que o mesmo tem condições pessoais muito peculiares fora do comum e ao nível de infraestruturas para que possa exercer a sua atividade profissional com o objetivo de se sustentar a si e á sua família:https://www.facebook.com/castelodotramagal/friends?

Assistindo desse logo o direito de poder trabalhar e escolher a sua profissão ou área no que pretende laborar e de criar o seu próprio emprego sem que, portanto, seja obrigado atender aos interesses desmedidos de agentes ou funcionários do estado, mas antes apenas e tão-só — Sujeito às suas obrigações legais no que implica ao pagamento de contribuições e impostos e nada mais ao contrário do que se verifica contra a abertura e funcionameento do estabelecimento do arguido que de resto se torna inadmissivél alegar que o arguido não vassume o que o levou à prisão como forma de mjustificar uma pena efetiva sendo o arguido a vitima e não culpado e que de resto tem o direito de poder interpor recirso de revisão de sentenjça em que se verifica que quem não assume as suas ações são agentes e funcionários do estado que usurparam as suas funções com consequências muito graves que dai resultaram: 

 

Pois, na verdade, o processo encontrasse inquinado de vícios como então se atesta ao longo do presente em toda a sua linha — Que jamais poderia ter existido uma acusação e muito menos uma condenação ou o arguido não fosse uma pessoa da família humana com direitos e deveres artigo 13 CRP. O que se torna gravíssimo quando desde logo pairou no ar um clima de vinganças adverso à causa a julgar em forma de ajuste de contas, como desde logo se se expressa do denunciado na contestação apresentada pela defesa nas suas considerações prévias e que melhor se confirma dos áudios:https://atoscorruptos.blogs.sapo.pt/contestacao-enviada-ao-doutor-ricardo-16788?

 

Convém realçar que os áudios foram realizados à revelia da técnica da DGRSP Írina de Fátima do Canto Quental pelo fato dê o arguido há muito anos que faz mais de duas décadas a reivindicar razões de sobra contra o mau funcionamento desses serviços que muito gravemente o tem afetado contra a sua liberdade e património como então se veio mesmo aqui a confirmar com a dita técnica sempre ali a subestimar coagindo o arguido a obrigar aceitar uma condenação em trabalhos comunitários pré-destinada antes de a audiência de julgamento como se veio mesmo a confirmar com a condenação do arguido a (1) um ano de prisão efetiva por se recusar às medidas que lhe foram propostas insistentemente como se não tivesse outra saida.
 
 
Sempre com o mesmo respeito manifestado ao longo do presente sem que a indignação do arguido o ora recorrente o possa afetar nos seus direitos em forma de retaliação a servir de vingança que salvo melhor opinião o mesmo foi por uma vez mais — Alvo dos crimes ppº n.º 3 do artigo 369 do (CP) cabendo outro bem mais grave p.pº. Alínea anº 2 artigo 300.

 

 

IV – MOTIVAÇÃO

FLS 5 MANUEL BASÍLIO .jpeg

Como se confere ao longo do presente não se pode afirmar que o Tribunal formou a sua convicção com base na análise critica e conjugada da prova produzida e examinda em audiência de julgamento globalmente considerada, atendendo aos dados objectivos fornecidos pela mesma. Segundo as regras da experiência comum e do homem médio suposto pelo ordenamento juridico, fazendo o tribunal no uso da sua livre apreciação, uma analise critica dos meios de prova destacando-se. A prova documental inarredavél e não deturpada pela passagem do tempo cujo teor não foi inpugnado e infra descrita.

Que em abono da verdade dse reconheça que o arguido foi condenado de forma arbitrária como por de mais se confere ao longo deste recurso, 

O arguido foi alvo de uma dupla acção criminosa por parte dos proprietários do terreno na sequência do oportunismo que despertou no queixoso e o levou ao encontro desses criando um plano conjunto como por de mais se comfirma ao longo deste recurso que aqui se submete para superior apreciação.

 

Por outro lado no que se refere ao homem médio o arguido nada tem a ver com o homem sapuens sendo de  sangue puro universal Ó Rh negativo em que as suas marcas ou ações ao longo da vida o demarcam do comum dos cidadãos e que sobre esse aspecto a  comunidade cientifica assim o atesta quanto ao caráter dos portadores do grupo sanguineo em questão: 


V – CONCLUSÃO

O requerente apresentasse de plena consciência que este é um recurso extraordinário admissível em processo penal, quando posteriores elementos de apreciação podem pôr seriamente em causa a justiça da sua condenação. No caso vertente, dado que a sua condenação no tribunal de primeira instância, e posteriormente confirmada pelo Tribunal da Relação, é devida, ao facto do seu defensor constituído como se constata através da prova aqui que decerto vai merecer a sua melhor atenção como é de apanágio de toda a justiça. 
 
O requerente considera, existirem meios de prova que, de per si ou combinados com os que foram apreciados ou deixaram de ser  no Procº que o condenou, suscitam graves dúvidas sobre a justiça da sua condenação,  [al. d) do art.º 449º do C.P.P].
 
O requerente não pretende contrariar o disposto no n.º 3 do art.º 449º do C.P.P., mas tão-somente solicitar a reapreciação das circunstâncias que a motivaram, uma vez que:

a) Através de toda a documentação e meios de prova que reuniu, e agora apresenta junto desse Tribunal Superior, considera que a sua condenação não passou de um conluio arquitectado como se emana dos factos ou meios de prova e respectivos procedimentos. 

b) Não esqueçamos que uma boa administração da justiça assenta no testemunho em audiência de julgamento, o que, com o devido respeito não se verificou quando da apreciação das circunstâncias julgadas - pelo que mmuitas poerguntas ficaram por fazer e outras tantas respostas por dar como se constata dos factos que sustentam este pedido de revisão de sentença, em confronto com os factos expostos no Douto acórdão.
De V. Ex.
Muito Respeitosamente
Pede Deferimento
Raul Manuel Quina Caldeira Soares da Silva
 
 
 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkDATA NAO ESQUECER

Sempre com o mesmo respeito que a indignação não seja entendida como falta de educação ou de respeito mas antes como um grito de revolta que vai na alma sem que  possa servir em desabono do arguido o ora requerente que o sente diretamente na pele, perante tanta injustiça, que pelo exposto o arguido o ora requerente espera que a partir deste momento o possa vir a ser tratado como uma pessoa um ser humano com direitos e deveres, ao invés do que lhe tem recaido em cima, que para tanto se requer a suspensão imediata da execução da pena aplicada pelo tribunal de primeira instância até á nomeação de um causídico que possa defender os legitimos interesses do arguido,  para efeito do recurso aqui apresentado e, que então ao abtigo do artigo 31 da CRP, 220 do CPP se possa vir aplicar a medida de " Hebeas Corpus.

72 - Juíza: Depois de saber que o terreno não era dele o senhor Caldeira continuava a contactar com o seu sogro ou depois furtava-se aos contactos?

A.Pedro: Mandou me umas mensagens ele tinha o meu email mandou-me uns mails. 

 

73 - Juíza: a dizer o quê?

AP: Já não me recordo bem mas acho que era para ir retirar a cortiça que a gente eramos.

 

74 - Juíza: Ele persistia com os senhores para irem tirar a cortiça?

AP: Sim, sim, sim.

 

75 - Juíza: Depois de saber que o terreno não era dele?

AP: Sim.

 

76 - Juíza: O senhor ainda tem esses emails?

AP: Tenho.

 

77 - Juíza: Tem possibilidades de os juntar ao tribunal imprimir e juntar ?

AP: Sim.

 

78 - Juíza: Consegue fazer isso no prazo de 10 dias?

AP: Acho que sim em princípio sim. 

 

79 - Juíza:  Então o senhor neste momento fica notificado para vir juntar aos autos a este processo o teor dos emails enviados pelo senhor Caldeira depois de saber que o terreno já não era dele nos quais ele diz de acordo com as suas palavras para lá irem à mesma tirar a cortiça.

AP: São só dois mails.

 

80 - Juíza: Não interessa os que forem ta bem. Depois tem de trazer uma cópia junta aqui ao processo tem o número do processo da notificação não tem?

AP: Esta na carta. 

 

81 - Juíza: Vem aqui e entrega por favor ali na secretária para ser junto ao processo no prazo de 10 dias não se esquece ?

AP: Não.

 

82 - Juíza:  Se por mero acaso tiver acontecido alguma coisa e o senhor já não esteja posse desses emales o senhor faça um requerimento depois pode vir ai à secretaria e os senhores funcionários ajudam a dizer que já não é possível entregar.

A.PMas eu acho que arquivei.

 

83 - Juíza: Mas é só para dizer que caso não seja possível o senhor já não tiver na sua posse uma vez que isto já foi a muito tempo caso o senhor não tenha isso o tribunal pede lhe para o senhor então dizer isso mesmo para não ficamos aqui a espera esta bem pronto se por acaso não for possível juntar esses emales o senhor vem aqui ao tribunal depois à ai uns requerimentos e os senhores funcionários depois até o ajudam a fazer isso esta bem e até inclusivamente para juntar os emales esta bem ?

 

84 - juíza: Senhora doutora nestas circunstâncias poderá dispensar a testemunha?

85 - MP: Por mim sim.

86 - Nada a opôr 

87 - juíza: O senhor fica dispensado já terminou o seu depoimento só queremos depois é a junção dos emails. 

 

 

 

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